403: Seis distritos do continente estão hoje sob aviso amarelo devido à chuva

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

O IPMA prevê para esta sexta-feira (8 de Maio) no continente céu em geral muito nublado, com ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes no sul no fim do dia.

Foto: Leonardo Negrão

Seis distritos de Portugal continental estão esta sexta-feira (8 de maio) e sábado sob aviso amarelo devido à previsão de precipitação, por vezes forte, podendo ser acompanhada de trovoada, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os distritos de Évora, Faro, Setúbal, Santarém, Lisboa e Beja vão estar sob aviso amarelo por causa da chuva entre as 21h00 de hoje e as 12h00 de sábado.

Os distritos de Leiria, Castelo Branco e Portalegre vão estar sob aviso amarelo entre as 06h00 e as 15h00 de sábado.

O IPMA emitiu também aviso amarelo para os distritos de Faro, Setúbal, Lisboa e Beja entre as 03h00 e as 09h00 de sábado por causa do vento forte com rajadas até 75 quilómetros por hora, em especial no litoral.

Também as regiões montanhosas da ilha da Madeira estão sob aviso amarelo até às 15:00 de hoje devido à previsão de vento forte com rajadas até 95 quilómetros por hora (km/h).

O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas actividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA prevê para hoje no continente céu em geral muito nublado, com ocorrência de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes no sul no fim do dia.

Está prevista também intensificação do vento no litoral e terras altas a partir da tarde, pequena subida da temperatura mínima e pequena descida da máxima, em especial no interior.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 7 graus Celsius (na Guarda) e os 13 (em Aveiro) e as máximas entre os 13 graus (na Guarda) e os 22 graus (Santarém, Leiria, Évora e Beja).

Para o arquipélago da Madeira está previsto hoje céu geralmente muito nublado, períodos de chuva, por vezes forte na vertente sul e terras altas da ilha da Madeira até início da manhã, passando a regime de aguaceiros a partir do meio da manhã.

A previsão aponta ainda para vento moderado a forte do quadrante oeste, com rajadas até 70 km/h, soprando forte, com rajadas até 95 km/h, nas terras altas.

No Funchal as temperaturas vão variar entre os 14 e os 21 graus e em Porto Santo entre os 14 e os 20 graus.

Diário de Notícias
DN/Lusa
08.05.2026

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402: A Figura do Dia. Pete Hegseth é o “mal”

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🇵🇹 OPINIÃO

Quando o Secretário da Guerra americano me entra pela casa, procuro o comando para o desmaterializar. Faço-o por repulsa, por incapacidade de tolerar uma energia que contamina, um veneno diabólico que se multiplica.

Pete Hegseth é o “mal”, uma sombra de filme de terror, um toque a reunir das bruxas de todas as encruzilhadas. Pergunto-me da razão para que tantos de nós não percebam o “mal” quando o vêem tão mal mascarado.

Pete Hegseth “tem o corpo tatuado a ódio. No peito, a Cruz de Jerusalém. Nos bíceps, a frase que era o grito dos Cruzados antes a matança: ‘Deus o Quer.’ Num braço, a palavra ‘Infiel’ escrita como se a tinta fosse sangue.”
FOTO: Yuri Gripas / EPA

É um fanático. Como outros na Administração americana. Acabará mal como todos os ícaros, mas até à sua queda fará o que for preciso para abocanhar a fatia maior do bolo que Trump distribui todas as manhãs ao mais fiel dos seus esfomeados lobos.

Tem o corpo tatuado a ódio. No peito, a Cruz de Jerusalém. Nos bíceps, a frase que era o grito dos Cruzados antes a matança: “Deus o Quer.” Num braço, a palavra “Infiel” escrita como se a tinta fosse sangue.

“Pete Hegseth é o ‘mal’, uma sombra de filme de terror, um toque a reunir das bruxas de todas as encruzilhadas. Pergunto-me da razão para que tantos de nós não percebam o ‘mal’ quando o vêem tão mal mascarado.”

Vendo a sua biografia, e a dos mais emblemáticos ditadores, sabemos algumas coisas que lhes são comuns: maltratados na infância, perversos, ressabiados e providencialistas. É lógico e compreensível que pessoas assim não desejem a democracia: deve ser-lhes insuportável aturar um regime onde são obrigados a respeitar os outros meninos e meninas do recreio.

Por isso, as vítimas, todas as vítimas dos fanáticos religiosos, são o preço justo a pagar, a conversão do mundo é a única coisa que conta. Um mundo sempre visto, aos seus olhos, como diabólico.

E o Diabo combate-se com fogo e martírio. Não é novo. É apenas humano, horrorosamente humano.

Diário de Notícias
Luís Osório
Escritor, jornalista e cronista
07.05.2026

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401: Já a pensar no calor do verão? Maio traz chuva e temperaturas abaixo do normal para a época do ano

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

O mês de Maio deverá trazer um regresso da instabilidade, com chuva frequente e temperaturas, em geral, abaixo do normal para a época nas duas primeiras semanas, segundo as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). À medida que o final do mês se aproxima, espera-se uma melhoria do estado do tempo.

Já a pensar no calor do verão? Maio traz chuva e temperaturas abaixo do normal para a época do ano
© sarayut Thaneerat

Se já fez a tradicional transição de guarda-roupa de inverno para primavera/verão, talvez seja melhor recuar e ir buscar aquele casaco mais quente ou uma gabardina. Segundo as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) para este mês de Maio prevê-se o regresso prolongado da chuva e temperaturas pouco convidativas para esta altura do ano.

O boletim de previsão mensal divulgado esta segunda-feira pelo IPMA refere-se às condições meteorológicas previstas entre os dias 4 e 31 de Maio.

1ª Semana (04/05 a 10/05):

Esta primeira semana de maio, prevê-se chuva ligeiramente acima do normal em algumas zonas do interior Centro, Lisboa e Vale do Tejo e também no Sul (entre 1 mm e 10 mm).

Ao mesmo tempo, as temperaturas deverão ficar ligeiramente abaixo da média (entre -1,5 °C e -0,5 °C) para a época nas mesmas regiões, bem como no interior Norte.

2ª Semana (11/05 a 17/05):

A chuva deverá manter-se acima do normal em todo o território, com valores mais elevados no litoral Norte, onde a precipitação poderá ultrapassar os 10 a 30 mm.

Quanto à temperatura, deverá continuar a registar valores abaixo da média em todo o país (-1.5°C a -0.5°C).

3ª Semana (18/05 a 24/05):

Na terceira semana de maio, a chuva começa a dar tréguas e não se espera precipitação acima do normal. As temperaturas deverão subir ligeiramente (entre +0.5°C a +1.5°C), ficando acima da média em quase todo o país, excepto no litoral Centro e no Algarve.

4ª Semana (25/05 a 31/05):

Embora o IPMA não adiante informação detalhada sobre o estado do tempo na última semana do mês, prevê-se que as temperaturas se mantenham amenas e sem registo de chuva, com o país a preparar-se para entrar no mês em que começa oficialmente o verão.

SIC Notícias
Mariana Jerónimo
05.05.2026
Mariana Jerónimo

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400: O ‘Chic Nic’ da vergonha e Carlos Moedas

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🇵🇹 OPINIÃO

Lisboa não precisa de cenários “instagramáveis” pagos com dinheiro público. Precisa de políticas consistentes, transparentes e justas – que apoiem o movimento associativo, as colectividades e programas essenciais para os bairros, como o BIP/ZIP.

A decisão do Executivo liderado por Carlos Moedas de isentar de taxas e financiar o evento Chic Nic com 75 mil euros não é apenas muito discutível – revela uma visão de cidade que privilegia uma certa aparência “chic” em detrimento das necessidades reais. Num contexto em que o custo de vida aumenta diariamente, um punhado de privilegiados levou cestas de 300 euros para o Parque Eduardo VII num evento comercial financiado com dinheiro público. Quando se abdica de receitas municipais e se canalizam recursos públicos para um evento desse tipo, a pergunta impõe-se: quem beneficiou, que contrapartidas para a cidade?

Não foram, decerto, as associações de bairro, os projectos comunitários ou os agentes culturais que lutam todos os dias para manterem actividades com impacto social. Esses continuam a enfrentar candidaturas complexas, atrasos e apoios insuficientes. O contraste é evidente. Para uns há financiamentos fáceis, para outros só atrasos e exigências.

Lisboa enfrenta desafios sérios: dificuldades no acesso à habitação, pressão sobre serviços públicos, falta de financiamento nas cantinas escolares, falta de auxiliares nas escolas e fragilidades nas respostas sociais. No caso do programa BIP/ZIP, da responsabilidade da autarquia, projectos aprovados para 2025 receberam apenas 15% do financiamento previsto. Os atrasos colocam em risco iniciativas em áreas críticas como educação, envelhecimento e saúde mental.

Há igualmente associações a endividarem-se para pagar salários e para conseguirem manter respostas a pessoas em situação de sem-abrigo ou vítimas de violência doméstica, devido a incumprimentos da Câmara Municipal de Lisboa. O futuro do próprio programa BIP/ZIP – em vigor desde 2010 e considerado internacionalmente um exemplo de participação – é, neste momento, incerto.

Perante este cenário, a escolha de canalizar recursos públicos para eventos com forte componente comercial e destinados a uma elite é vincadamente simbólico. Indica um rumo político da cidade virado para o privilégio dos que só entendem a cidade como espaço de negócio, de especulação e de segregação social, em que os interesses do mercado constituem a orientação essencial. Moedas, agora com o apoio da extrema-direita que lhe deu a maioria, está a cumprir o seu programa.

Lisboa merece mais do que políticas para o 1% de privilegiados, enquanto os 99% enfrentam dificuldades e lutam por uma vida mais justa. Merece políticas que promovam a igualdade e coloquem os cidadãos no centro das decisões – não apenas como figurantes de uma fotografia bem composta, mas como protagonistas de uma cidade mais justa.

Diário de Notícias
Paula Marques
Dirigente da Associação Política Cidadãos Por Lisboa
07.05.2026

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OMS garante que o risco representado pelo hantavírus “é fraco” e não é comparável com a covid-19

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OMS // HANTAVÍRUS

Tedros Adhanom Ghebreyesus diz que há “oito casos suspeitos”, sendo que “três pacientes foram retirados” do navio cruzeiro “há apenas umas horas”.

Tedros Adhanom Ghebreyesus, director-geral da OMS.
FOTO: EPA/MARTIAL TREZZINI

O risco representado pelo hantavírus identificado num navio de cruzeiro ao largo de Cabo Verde é fraco e não é comparável com a covid-19, declarou esta quarta-feira, 6 de maio, à AFP o director da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Interrogado em Genebra pela agência de notícias francesa sobre o nível de urgência deste foco de vírus a bordo do HV Hondius no Atlântico, o director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, estimou que a aparição do hantavírus não é semelhante ao da covid-19 na sua fase inicial.

“Neste momento, o risco para o resto do mundo é fraco”, estimou o director da organização.

“Actualmente, temos oito casos suspeitos. Três pacientes foram retirados há apenas umas horas”, disse ainda Tedros Adhanom Ghebreyesus, referindo-se a dois membros da tripulação que adoeceram e a uma pessoa assintomática identificada como caso de contacto do vírus.

O navio de cruzeiro HV Hondius, que navegava com cerca de 150 pessoas a bordo entre Ushuaia, na Argentina, e as Canárias, parou em Cabo Verde e desembarcou hoje os três passageiros, que foram transportados em aviões medicalizados.

O navio esperava, após esta evacuação, rumar a Tenerife, no arquipélago das Canárias, onde deverá atracar “dentro de três dias”, segundo as autoridades espanholas.

“A partir daí, é claro, os restantes passageiros regressarão aos seus respectivos países”, acrescentou Tedros, confirmando as declarações feitas pouco antes pela ministra da Saúde espanhola, Mónica García Gómez.

“Já temos a bordo profissionais de saúde, incluindo pessoal da OMS. E continuaremos a monitorizar e a apoiar as pessoas a bordo. Acompanharemos também a situação no exterior”, acrescentou o director-geral da OMS.

Dois passageiros recentes do MV Hondius deram positivo em Joanesburgo e Zurique, onde se encontram hospitalizados.

Diário de Notícias
DN/Lusa
06.05.2026

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398: Dois chefes da PSP e 13 agentes entre detidos no caso da esquadra do Rato. IGAI admite abrir mais processos

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🇵🇹 PORTUGAL // POLÍCIA DE “SEGURANÇA” PÚBLICA // DETENÇÕES // JUSTIÇA

Os 15 polícias estão detidos no Comando Metropolitano de Lisboa da PSP para depois serem ouvidos em primeiro interrogatório judicial por um juiz de instrução que irá determinar as medidas de coação.

Foto: Gerardo Santos

Dois chefes da PSP e 13 agentes estão entre os 15 polícias detidos na terça-feira por suspeitas de tortura e violações na esquadra do Rato, em Lisboa, disse esta quarta-feira, 6 de maio, à Lusa fonte ligada ao processo.

Os 15 polícias estão detidos no Comando Metropolitano de Lisboa da PSP para depois serem ouvidos em primeiro interrogatório judicial por um juiz de instrução que irá determinar as medidas de coação.

Com a detenção dos 15 polícias na terça-feira aumenta para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações a pessoas vulneráveis como toxicodependentes, estrangeiros e sem-abrigo na esquadra do Rato, numa investigação denunciada pela PSP.

Muitos desses abusos foram filmados e partilhados em grupos de WhatsApp com dezenas de outros agentes.

Na terça-feira, o Ministério Público e a PSP realizaram 30 buscas, domiciliárias e em esquadras, tendo sido detidos 15 polícias e um civil, num inquérito que investiga a eventual prática de crimes como “tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas”, segundo um comunicado sobre um inquérito tutelado pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, relativo a factos ocorridos nas esquadras do Rato e do Bairro Alto.

O ministro da Administração Interna, Luís Neves, afirmou que os 15 polícias visados exercem funções e “de alguma forma poderão ter interagido com o comportamento desviante” ocorrido em 2024 e 2025 na esquadra do Rato.

Na terça-feira, decorreu a terceira operação policial desde Julho de 2025 relacionada com alegações de tortura e violação por polícias de pessoas detidas na esquadra do Rato.

Na primeira, foram detidos dois agentes da PSP, de 22 e 26 anos, e que vão ser julgados por crimes de tortura, violação e abuso de poder, entre outros, determinou em 27 de Abril de 2026 o Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa.

Outros sete polícias foram detidos em Março de 2026 e estão aguardar em prisão preventiva o desfecho da investigação, que poderá ou não culminar numa acusação do Ministério Público pelos mesmos crimes.

O caso deu origem a nove processos disciplinares e um processo de inquérito, este último sobre os polícias que assistiram aos vídeos das agressões partilhados num grupo de WhatsApp, adiantou, na altura, o inspector-geral da Administração Interna, Pedro Figueiredo.

O director nacional da PSP reiterou na terça-feira que a instituição tem “tolerância zero” perante alegações como a de tortura de detidos na esquadra do Rato, em Lisboa, defendendo que os cidadãos “podem continuar a confiar” na força policial.

IGAI admite abrir mais processos disciplinares a polícias

A Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) admitiu entretanto a abertura de mais processos disciplinares após a detenção de 15 polícias no âmbito do caso de violência policial na esquadra do Rato, em Lisboa, revelou hoje aquele organismo.

“Em função das notícias avançadas ontem [terça-feira] e dos novos elementos que forem enviados, será ponderada a abertura de mais processos disciplinares”, refere a IGAI numa resposta enviada à Lusa após terem sido detidos na quarta-feira 15 polícias, dois chefes da PSP e 13 agentes, por suspeitas de tortura e violações na esquadra do Rato.

No âmbito do caso de violência policial da esquadra da PSP do Rato, em que as primeiras duas detenções foram feitas em Julho de 2025, a IGAI abriu nove processos disciplinares e um processo de inquérito, que estão todos – segundo aquela inspecção – “em fase de instrução e sujeitos a segredo”.

O inspector-geral da IGAI avançou na altura que o processo de inquérito está relacionado com os polícias que assistiram aos vídeos das agressões partilhados num grupo de WhatsApp.

Diário de Notícias
DN/Lusa
06.05.2026

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397: Cabaz alimentar volta a subir: Custa já 261,89 euros

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🇵🇹 PORTUGAL // CABAZ ALIMENTAR

O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizados pela Deco Proteste, voltou a subir esta semana para 261,89 euros, mais 3,37 euros do que na semana passada, atingindo o valor mais elevado desde 2022.

© Shutterstock

Após uma descida na semana passada, o cabaz volta a aumentar e atingir o valor mais elevado desde o início da monitorização, em 2022, referiu a organização de defesa do consumidor em comunicado.

A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, lacticínios, mercearia e peixe.

Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Entre 29 de Abril e 06 de Maio, os três produtos que mais aumentaram de preço foram o atum posta em óleo vegetal aumentou para 1,54 euros (+20% que na semana anterior), a massa esparguete passou a custar 1,13 euros (+15%) e o queijo curado fatiado embalado subiu para 2,61 euros (+14%).

Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar os mesmos produtos por menos 22,94 euros (menos 6,60%).

Já no início de 2022, era possível gastar menos 74,19 euros (uma diferença de 39,52%)

Em relação ao ano passado, as maiores subidas de preços verificaram-se em produtos como a couve-coração (44%, custando actualmente 2,02 euros por quilograma), o robalo (34%, situando-se actualmente nos 10,33 euros por quilograma) e os brócolos (31%).

Desde 05 de Janeiro, os maiores aumentos foram registados na carne de novilho para cozer (124% para 13,04 euros por quilograma), a couve-coração (103% para 2,02 euros por quilograma) e os ovos (84% para 2,10 euros).

Notícias ao Minuto
06.05.2026

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396: Ainda há um director na PSP?

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🇵🇹 OPINIÃO

São já algumas dezenas os agentes da PSP presos preventivamente ou detidos por dezenas de crimes graves que terão sido praticados em esquadras do centro de Lisboa. “Presos por sodomizar sem-abrigo”, lia-se há pouco no rodapé de um noticiário na televisão. Na verdade, deve este ser o gang mais perigoso em acção na capital, o que é uma tristíssima ironia.

Naturalmente que os processos judiciais estão a decorrer e apenas há condenações, ou não, após os devidos julgamentos. Os sindicatos da polícia têm explicado estes factos com a “juventude” dos agentes em causa. Mas há algo aqui de especialmente mórbido, desde logo pela dimensão de que falamos: a gravidade dos crimes e o número de agentes envolvidos. A juventude dos agentes explica esta realidade? Bem, também há jovens bancários e jovens entregadores de pizzas… Faz parte da natureza das coisas. E o facto de terem uma arma à cintura só torna o seu comportamento mais inaudito.

Destes agentes, uns praticam os crimes originais, outros praticam outros crimes sucessivos, desde logo o de partilharem vídeos de agressões ou omitirem o seu dever de auxílio ou de denúncia. Mas esta escala de violência e de cumplicidade só é possível seguramente com um conhecimento mais amplo dentro da instituição policial. E com falhas muito graves daqueles que chefiam e sobre os quais ainda mais responsabilidades recaem.

Não chega o que se conhece hoje para virem as demissões devidas? É esta a cultura policial a que se chegou em 2026? Não há ninguém que consiga assumir que o que sucedeu é demasiado grave e representa não apenas falhas de funcionários em concreto, mas uma óbvia falha institucional gritante, que envergonha a polícia e o país e que tem de fazer mudar muita coisa?

Espera-se que esta seja uma das prioridades do novo ministro da Administração Interna. Já houve um tempo em que se decapitavam pessoas em postos policiais. Não se quer regressar a esse período.

E… Imigrantes, toxicodependentes, pessoas sem-abrigo – os alvos. É o uso da força contra os mais fracos, a cobardia no seu esplendor. Sente-se a vergonha alheia em relação aos demais polícias, os que são decentes e cumpridores, os que vêem na sua profissão uma oportunidade para ajudar outros, normalmente em situações difíceis.

Só a PSP sabe quem são estas pessoas com quem agora a Justiça lida. Foi a PSP que os recrutou, que os formou, que lhes atribuiu funções, que os supervisionou. Que falhanço, rotundo, sistémico! Quando tudo falha, é boa altura para reconstruir quase tudo.

Diário de Notícias
06.05.2026
Miguel Romão

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395: Fisco alerta para ‘e-mails’ e SMS falsos enviados para roubo de dados pessoais

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🇵🇹 PORTUGAL // FISCO // FRAUDES

Autoridade Tributária e Aduaneira realça que não “solicita pagamentos através de ‘links’ enviados por ‘e-mail’ ou SMS”.

Foto: Leonardo Negrão

A administração fiscal avisou esta segunda-feira, 4 de maio, que estão a circular mensagens de ‘e-mail’ e SMS fraudulentas em nome do fisco com o objectivo de roubar dados pessoais e bancários dos contribuintes.

Numa nota publicada no Portal das Finanças, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) alerta que as mensagens são “enviadas por pessoas que se fazem passar pela instituição” e que as “comunicações fraudulentas incluem ‘links’ maliciosos e têm como objectivo obter dados pessoais ou bancários, num esquema conhecido como ‘phishing’”.

O fisco sublinha que só envia e-mails de “endereços terminados em @at.gov.pt” e que, nessas mensagens, nunca inclui “’links’ para inserir, alterar ou confirmar dados pessoais ou fiscais”.

Da mesma forma, vinca, não “solicita pagamentos através de ‘links’ enviados por ‘e-mail’ ou SMS”.

A AT sublinha ainda que só envia comunicações informativas aos contribuintes que activaram o envio de ‘e-mails e SMS’ e que “têm os seus contactos (‘e-mail’ e telemóvel) confirmados no Portal das Finanças”.

As comunicações enviadas centralmente pela Autoridade Tributária “estão disponíveis no Portal das Finanças, onde os contribuintes podem aceder com segurança a todas as mensagens”, enquadra a AT, explicando que, para as consultar, “basta iniciar sessão, autenticar-se e, no menu lateral, seleccionar a opção ‘Comunicações’”.

Noutros avisos anteriores, a AT incluiu réplicas de algumas mensagens deste tipo, nas quais os atacantes alegam que os contribuintes têm pagamentos de impostos por realizar e que o devem fazer até um determinado dia para evitarem uma suposta penhora do fisco.

Relativamente ao acesso ao site, a AT sugere no aviso de hoje que os cidadãos confirmem “sempre que o endereço começa por https://, garantindo uma ligação segura”.

Depois de se autenticarem, os contribuintes “podem consultar os seus dados pessoais e fiscais, incluindo declarações, documentos de pagamento e processos”, refere.

No folheto informativo sobre segurança da informação, disponível no Portal das Finanças, a AT recomenda aos contribuintes que suspeitem de ‘links’ e ficheiros enviados por mensagens electrónicas ou SMS, sugere que não respondam às mensagens que suscitam dúvidas, que não cliquem em ‘links’, que não descarreguem ou abram ficheiros, que não forneçam “as suas credenciais para acesso ao Portal das Finanças” e que apaguem as mensagens “de origem desconhecida ou de conteúdo duvidoso”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
04.05.2026

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394: Estações alongam-se, pólen aumenta: saiba como se proteger

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🇵🇹 PORTUGAL // SAÚDE // PÓLEN

O bom tempo está a instalar-se e, com fins de tarde mais longos e temperaturas mais altas, a primavera traz um presente menos desejado: as alergias.

Pessoas sentam-se sob as cerejeiras em flor no St James’s Park, em Londres.
© Copyright 2024 The Associated Press. All rights reserved

Todos os anos, milhões de pessoas trocam os espirros das constipações de inverno pelos espirros provocados pelo pólen.

Quando chega a primavera, as árvores iniciam a sua libertação anual de pólen, começando pelas aveleiras e amieiros, seguindo-se as bétulas, freixos e carvalhos ao longo da estação, antes de as gramíneas assumirem no verão.

A alergia ao pólen desencadeia-se quando as moléculas presentes no ar entram em contacto com as vias respiratórias e com os olhos. O sistema imunitário pode então reagir e libertar histamina, o que provoca inflamação, dilata os vasos sanguíneos e leva a nariz a pingar, olhos a lacrimejar e sensação de ardor.

O início, a duração e a intensidade da estação do pólen variam todos os anos e dependem das condições meteorológicas e dos ciclos fisiológicos das plantas.

“As árvores são organismos naturais; seguem de facto um ciclo de produção de pólen, com anos mais fortes seguidos de um ano mais fraco, em que acumulam energia”, explicou à Euronews Health Astha Tiwari, cientista da unidade de micologia e aerobiologia do instituto de saúde pública belga Sciensano.

Acrescentou que a produção de pólen exige muita energia às árvores, pelo que a anos fortes sucedem-se sempre anos mais fracos.

Estão as estações de pólen a tornar-se mais intensas?

A prevalência de alergia ao pólen na população europeia é estimada em 40%, o que faz deste um dos alergénios mais comuns na região.

Regista-se uma prevalência mais elevada nas zonas urbanas, devido a factores como a poluição e alterações nos estilos de vida.

“Se olharmos para os resultados da última década, vemos que as estações de pólen estão a ficar mais longas, começam um pouco mais cedo e a intensidade de pólen está a aumentar”, afirmou Tiwari.

Acrescentou que isto estará potencialmente ligado às alterações climáticas, já que temperaturas mais amenas são ideais para que árvores e plantas floresçam mais cedo, fazendo com que o período de polinização comece antecipadamente.

Um estudo que acompanhou, ao longo de 30 a 44 anos, dados de pólen de estações de monitorização na Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo concluiu que a maioria das espécies arbóreas registou um aumento global dos níveis anuais de pólen e dos valores de pico, bem como um início mais precoce da estação do pólen.

O aumento das temperaturas e das concentrações atmosféricas de dióxido de carbono estimula o crescimento das plantas e reforça a produção de pólen, prolongando as estações e elevando as concentrações no ar.

As pessoas tornam-se mais sensibilizadas a um alergénio quanto mais tempo lhe estiverem expostas; assim, com mais plantas a produzir mais pólen durante períodos mais longos, é expectável um aumento das alergias relacionadas com o pólen.

Investigadores da Universidade de East Anglia, em Inglaterra, estimam que o número de pessoas que sofrem de febre dos fenos causada pelo pólen de ambrosia possa duplicar dos actuais 33 para 77 milhões até 2050.

Como se pode proteger?

A poluição e o pólen formam um ciclo vicioso, alimentando-se mutuamente e aumentando a sensibilidade das pessoas.

Verificou-se que a poluição atmosférica, em particular o dióxido de azoto, o ozono e as partículas em suspensão, pode

Alterar quimicamente as moléculas de pólen, tornando-as mais alergénicas e agressivas.

Nem todas as pessoas são igualmente sensíveis ao pólen, nota Tiwari. Mesmo concentrações baixas de pólen no ar podem desencadear sintomas de alergia em pessoas muito sensíveis.

As reacções alérgicas ao pólen podem afectar o sono, prejudicar o bem-estar mental e diminuir a qualidade de vida, provocar perdas de produtividade ou reduzir o desempenho escolar das crianças, segundo o Observatório Europeu do Clima e da Saúde.

Ainda assim, há medidas que se podem seguir para minimizar a exposição nos dias de maior concentração de pólen.

Uma medida simples passa por manter as janelas de casa fechadas durante o dia. Para arejar, é preferível abri-las de manhã cedo ou ao final do dia, quando as concentrações de pólen no ar são mais baixas.

Tomar banho ao voltar a casa e mudar de roupa também ajuda a reduzir a quantidade de pólen que entra em casa e, sempre que possível, é melhor secar a roupa no interior.

Quando se sai à rua, os óculos de sol podem ajudar a evitar que as partículas entrem nos olhos. Como os alergénios aderem à superfície das lentes de contacto reutilizáveis, lentes descartáveis ou óculos são opções mais seguras.

Tiwari acrescentou ainda que as zonas costeiras podem ser benéficas para as pessoas com alergias, já que a brisa marítima e a menor densidade de vegetação reduzem a quantidade de pólen no ar.

Euronews Português
Marta Iraola Iribarren
03.05.2026

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