75: Três mortes e mais de quatro mil ocorrências: o balanço da depressão Cláudia em Portugal até este domingo

2
0
  • 6 meses ago
  • 3Minutes
  • 506Words
  • 80Views
5
(1)

 

🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // DEPRESSÃO CLÁUDIA

As sub-regiões mais afectadas foram a Península de Setúbal, a Área Metropolitana do Porto e o Algarve.

Estragos provocados por fenómeno extremo de vento em Albufeira JOÃO MATOS/LUSA

O mau tempo causado pela passagem da depressão Cláudia no continente português provocou 4.017 ocorrências desde quarta-feira, mais de metade delas inundações, atingindo sobretudo as regiões de Setúbal, Porto e Algarve, anunciou este domingo, 16 de Novembro, a Protecção Civil.

Entre as 14:00 de quarta-feira e as 11:00 de domingo, registaram-se um total de 4.017 ocorrências relacionadas com a situação meteorológica adversa causada pela depressão Cláudia, que está a afectar o território do continente português, revelou, num comunicado, a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC).

As sub-regiões mais afectadas foram a Península de Setúbal, com 647 ocorrências, a Área Metropolitana do Porto, com 423 incidentes, e o Algarve, com 586 situações.

Das 4.017 ocorrências, 2.148 referiram-se a inundações, 731 a queda de árvores, 497 a limpeza de vias, 335 a queda de estruturas, 281 a movimentos de massa.

Foram ainda realizados 11 salvamentos aquáticos e 14 salvamentos terrestres.

O mau tempo causou duas vítimas mortais em Fernão Ferro (Seixal), um casal com mais de 80 anos cuja casa ficou inundada, e 32 pessoas foram deslocadas nos concelhos de Abrantes, Salvaterra de Magos, Seixal e Pombal.

Devido a fenómenos extremos de vento forte, uma cidadã britânica, com 85 anos, morreu e duas pessoas ficaram feridas no Camping de Albufeira, no Algarve, concelho onde a queda do tecto do restaurante Edan Resort provocou 20 feridos.

Na resposta a estas ocorrências estiveram empenhados 12.382 operacionais, apoiados por 4.795 veículos, acrescentou a ANEPC.

A autoridade de Protecção Civil recomendou aos cidadãos a adopção de comportamentos preventivos face ao mau tempo, nomeadamente a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais, e a fixação adequada de estruturas soltas, nomeadamente andaimes, placards e outras estruturas suspensas.

A Protecção Civil aconselhou também especial cuidado na circulação e permanência em áreas arborizadas, devido à possibilidade de queda de ramos ou árvores provocada por ventos fortes, e precauções na circulação junto à orla costeira e zonas ribeirinhas, particularmente nas áreas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros.

Por outro lado, desaconselhou actividades relacionadas com o mar, como pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, bem como o estacionamento de veículos junto à orla marítima.

A adopção de uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e prestando especial atenção à eventual formação de lençóis de água nas vias rodoviárias, não atravessar zonas inundadas, e retirar de zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e outros bens para locais seguros, são outros conselhos da ANEPC.

Diário de Notícias
DN/Lusa
16.11.2025

Visita: free counter

- Neste Blogue, escreve-se em Português 🇵🇹 de Portugal (não adulterado), pré-AO.

 

Loading

How useful was this post?

Click on a star to rate it!

Average rating 5 / 5. Vote count: 1

No votes so far! Be the first to rate this post.

Be the first to write a review

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *