234: Alerta da Protecção Civil. Chuva dos próximos dias não deve ser encarada como episódio normal de Inverno

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // CHUVA

Reforçado apelo de cuidado redobrado para possíveis situações de deslizamentos de terra. “O solo encontra-se bastante instável”, devido à “precipitação” e “acumulado de água”, diz Protecção Civil.

Foto: Reinaldo Rodrigues

A precipitação é a principal preocupação nos próximos dias, afirmou esta terça-feira, 10 de Fevereiro, o comandante nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC), no habitual briefing. Mário Silvestre lembrou que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) está com aviso laranja para chuva, o que “numa situação normal, seria um episódio normal de inverno”. No entanto, não é”, alertou, referindo o impacto que a chuva terá nos cursos de água, já muito saturados.

Os rios Mondego, Sorraia, Tejo, Vouga e Sado continuam a ter risco significativo de inundação. Juntam-se a estes os rios Minho, Coura, Lima, Cávado, Ave, Douro, Lis, Sousa, o Tâmega, Nabão e Guadiana, indicou o responsável.

“É uma lista muito extensa dos principais cursos de água que, neste momento, são afectados ou, potencialmente, serão afectados por inundação. Vai de Norte a Sul do país”, destacou o responsável.

Explicou que é preciso ter cuidado noutros “ribeiros, noutras zonas que têm afluentes a estes rios”.

“Não é uma situação apenas para as povoações mais ribeirinhas, mas é transversal a todas as pessoas que vivam nestas zonas”, sublinhou no ponto de situação do mau tempo na sede Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil, em Carnaxide, Oeiras.

O comandante nacional da Protecção Civil reforçou o apelo para o cuidado redobrado nas possíveis situações de deslizamentos e quedas de árvores “nas zonas mais densamente arborizadas e nas zonas onde existem declives maiores no terreno”. “O solo encontra-se bastante instável, em virtude da precipitação e do acumulado de água”, justificou, ao final da manhã, no ponto de situação.

Os rios Mondego, Sorraia, Tejo, Vouga e Sado continuam a ter risco significativo de inundação. Juntam-se a estes os rios Minho, Coura, Lima, o Cávado, Ave, Douro, Lis, Sousa, o Tâmega, Nabão e Guadiana, indicou o responsável. Explicou que é preciso ter cuidado noutros “ribeiros, noutras zonas que tem afluentes a estes rios”.

“Não é uma situação apenas para as povoações mais ribeirinhas, mas é transversal a todas as pessoas que vivam nestas zonas”, sublinhou.

Referiu que, entre o dia 1 de Fevereiro e as 12h00 de hoje em Portugal continental, foram registadas 13.388 ocorrências, com mais de 46 mil operacionais no terreno, sendo a queda de árvore a ocorrência mais significativa, seguida de deslocação de massas e inundações.

O comandante nacional da Protecção Civil alertou para a possibilidade de inundações potencialmente em áreas urbanas e junto aos cursos de água, deslizamentos de terra e colapsos de muros.

Devido ao mau tempo, foram activados 11 planos distritais, 125 planos municipais e 15 declarações de situação de alerta emitidas pelos municípios, indicou o comandante nacional da Proteção Civil.

Diário de Notícias
Susete Henriques, Sofia Fonseca
10.02.2026

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- Neste Blogue, escreve-se em Português 🇵🇹 de Portugal (não adulterado pela colonização do AO).

 

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