397: Cabaz alimentar volta a subir: Custa já 261,89 euros

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🇵🇹 PORTUGAL // CABAZ ALIMENTAR

O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizados pela Deco Proteste, voltou a subir esta semana para 261,89 euros, mais 3,37 euros do que na semana passada, atingindo o valor mais elevado desde 2022.

© Shutterstock

Após uma descida na semana passada, o cabaz volta a aumentar e atingir o valor mais elevado desde o início da monitorização, em 2022, referiu a organização de defesa do consumidor em comunicado.

A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, lacticínios, mercearia e peixe.

Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Entre 29 de Abril e 06 de Maio, os três produtos que mais aumentaram de preço foram o atum posta em óleo vegetal aumentou para 1,54 euros (+20% que na semana anterior), a massa esparguete passou a custar 1,13 euros (+15%) e o queijo curado fatiado embalado subiu para 2,61 euros (+14%).

Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar os mesmos produtos por menos 22,94 euros (menos 6,60%).

Já no início de 2022, era possível gastar menos 74,19 euros (uma diferença de 39,52%)

Em relação ao ano passado, as maiores subidas de preços verificaram-se em produtos como a couve-coração (44%, custando actualmente 2,02 euros por quilograma), o robalo (34%, situando-se actualmente nos 10,33 euros por quilograma) e os brócolos (31%).

Desde 05 de Janeiro, os maiores aumentos foram registados na carne de novilho para cozer (124% para 13,04 euros por quilograma), a couve-coração (103% para 2,02 euros por quilograma) e os ovos (84% para 2,10 euros).

Notícias ao Minuto
06.05.2026

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139: Água em Lisboa mais cara 17 cêntimos para a maioria dos clientes em 2026

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🇵🇹 PORTUGAL // ÁGUA // AUMENTO DE PREÇO

Segundo a EPAL, as tarifas foram actualizadas de acordo com previsão do índice harmonizado de preços no consumidor, publicado pela ERSAR, e foram aprovadas pela mesma Entidade para vigorar em 2026.

Foto: Unsplash

Os preços da água para os moradores de Lisboa vai aumentar em 17 cêntimos por mês para a grande maioria dos clientes domésticos da EPAL já a partir de 01 de Janeiro de 2026, anunciou hoje a empresa.

De acordo com a empresa responsável pelo abastecimento de água à cidade de Lisboa, “a actualização de preços para a grande maioria dos clientes domésticos da EPAL, cerca de 85% (consumo médio mensal de 7 m3 e um contador até 25mm), é de 17 cêntimos por mês”.

Segundo a EPAL, as tarifas foram actualizadas de acordo com previsão do índice harmonizado de preços no consumidor, publicado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), e foram aprovadas pela mesma Entidade para vigorar em 2026.

A EPAL recorda ainda que tem disponível a Tarifa Social da Água destinada a clientes mais carenciados, que prevê descontos que podem ir até aos 93%, e uma Tarifa Familiar destinada a agregados familiares com cinco ou mais pessoas.

Diário de Notícias
DN/Lusa
30.12.2025

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130: Bilhetes da CP aumentam 2,26% em 2026 mas passes mantêm preço

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🇵🇹 PORTUGAL // CP // AUMENTOS

Apesar do aumento no custo dos bilhetes, “o preço do Passe Ferroviário Verde e dos passes Navegante e Andante, não terão qualquer alteração”, referiu a empresa.

Miguel Pereira/Global Imagens

Os preços dos bilhetes nos serviços CP vão aumentar, em média, 2,26% em 2026, mas o custo dos passes não vai ter alterações, anunciou esta segunda-feira, 22 de Dezembro, a empresa.

“A partir de 1 de Janeiro de 2026, entram em vigor novos preços para todos os serviços CP, com um aumento médio de 2,26%”, lê-se no aviso publicado esta segunda-feira.

Por outro lado, “o preço do Passe Ferroviário Verde e dos passes Navegante e Andante, não terão qualquer alteração”, acrescentam.

As listas de preços dos bilhetes para os vários serviços, incluindo comboios urbanos, Alfa Pendular, Intercidades e Regional e Inter-regional estão disponíveis na página da CP.

Um bilhete simples de ida num Alfa Pendular de Lisboa para o Porto, por exemplo, passa a custar 49,90 euros na classe Conforto e 35,70 euros na Turística.

Já os passes mantêm-se inalterados, sendo que o Passe Ferroviário Verde, no valor de 20 euros mensais, veio substituir o ferroviário nacional e permite viagens em comboios regionais, inter-regionais (2.ª classe), urbanos de Lisboa e Porto (fora das áreas cobertas pelos passes intermodais metropolitanos), urbanos de Coimbra e intercidades (2.ª classe, com reserva de lugar obrigatória e antecipada).

O preço do Navegante Metropolitano (válido em toda a Área Metropolitana de Lisboa) é de 40 euros mensais, o Navegante Metropolitano (válido num concelho) custa 30 euros e o Navegante +65, para idosos, custa 20 euros.

No que diz respeito ao Andante, dos transportes públicos da Área Metropolitana do Porto (AMP), na generalidade dos casos, o custo dos passes mensais é de 40 euros (passe metropolitano) ou 30 euros (municipal ou três zonas).

Diário de Notícias
DN/Lusa
22.12.2025

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122: Preço da electricidade no mercado regulado sobe 1% a partir de Janeiro

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🇵🇹 PORTUGAL // ELECTRICIDADE // AUMENTOS

Segundo a ERSE, a subida agora proposta traduz-se num acréscimo entre 0,20 e 0,37 euros na factura mensal, já com taxas e impostos.

D.R.

A factura de electricidade para os clientes que estão no mercado regulado vai aumentar, em média, 1% a partir de 1 de Janeiro, indicou esta segunda-feira, 15 de Dezembro, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

“No mercado regulado de Portugal continental, as tarifas transitórias de venda a clientes finais em Baixa Tensão Normal (BTN) apresentam, em média, uma variação de 1,0%, em 2026”, pode ler-se.

Em 15 de Outubro, a ERSE tinha apresentado a sua proposta de aumento do preço da electricidade para as famílias do mercado regulado de 1% e a proposta foi sujeita a um parecer do Conselho Tarifário.

Segundo o regulador do sector energético, a subida agora proposta traduz-se num acréscimo entre 0,20 e 0,37 euros na factura mensal, já com taxas e impostos.

A partir de Janeiro, considerando uma potência de 3,45 kilovoltamperes(kVA) e um consumo de 1.900 kilowatts-hora (kWh) por ano para um casal sem filhos, o total a pagar será de 36,82 euros, incluindo taxas e impostos (excepto taxa DGEG -Direcção-Geral de Energia e Geologia).

Já para um casal com dois filhos, com uma potência de 6,9 kVA e um consumo de 5.000 kWh/ano, a factura será de 95,03 euros (com taxas e impostos).

No final de Setembro de 2025, 817.000 clientes estavam no mercado regulado.

“No mercado liberalizado, os preços de venda a clientes finais variam entre comercializadores e dependem da oferta comercial contratualizada pelo cliente”, lembrou a ERSE.

O preço final da electricidade no mercado regulado e no liberalizado (cujos preços variam entre comercializadores e dependem da oferta contratualizada) incluem o valor das tarifas de acesso às redes, reguladas pela ERSE.

Entre Dezembro do corrente ano e Janeiro de 2026, as tarifas de acesso às redes vão ter uma variação de -2,9% em muito alta tensão, de -0,8% em alta tensão, de 1,8% em média tensão, de 2,7% em baixa tensão especial e de 3,5% em baixa tensão normal.

No próximo ano, os consumidores com tarifa social vão ter um desconto de 33,8%.

Dinheiro Vivo
DN/Lusa
15.12.2025

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103: Comprar casa em Portugal ficou 7,8% mais caro no último ano

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🇵🇹 PORTUGAL // HABITAÇÃO // AUMENTOS

O valor mediano de oferta situou‑se nos 3.000 euros por metro quadrado no final de Novembro, um máximo histórico, enquanto a variação trimestral foi de 1,6%.

José Mota

Os preços das casas em Portugal cresceram 7,8% em Novembro face a igual mês de 2024, segundo o índice de preços do idealista.

O valor mediano de oferta situou‑se nos 3.000 euros por metro quadrado no final de Novembro, um máximo histórico, enquanto a variação trimestral foi de 1,6%.

A subida foi generalizada entre capitais de distrito e regiões autónomas: das 18 localidades analisadas, apenas Vila Real apresentou quebra anual (‑1,6%). As maiores subidas registaram‑se em Santarém (27,2%), Beja (26,6%) e Portalegre (23,6%). Entre as capitais, Lisboa manteve‑se como o mercado mais caro, com 5.914 euros/m2, seguida do Porto (3.908 euros/m2) e do Funchal (3.864 euros/m2). No extremo oposto, a Guarda apresentou o preço mediano mais baixo, em 981 euros/m2.

A análise por distritos e ilhas revela variações ainda mais expressivas, com o Porto Santo a destacar‑se, fruto de um aumento de 48,2% nos últimos 12 meses, seguido pelo Faial (33,2%) e Terceira (23,7%). Em termos de preço por metro quadrado, Lisboa lidera o ranking distrital e insular com 4.513 euros/m2, seguida por Faro (3.862 euros/m2) e Porto Santo (3.801 euros/m2). Distritos do interior como Portalegre e Guarda aparecem entre os mais económicos (898 euros/m2 e 850 euros/m2, respectivamente).

Por regiões, os Açores registaram a maior subida anual (22%), seguidos pelo Alentejo (16,9%) e pela Madeira (14,5%). A Área Metropolitana de Lisboa continua a ser a região mais cara para comprar casa (4.180 euros/m2), enquanto Centro e Alentejo figuram entre as mais acessíveis.

O índice de preços do idealista baseia‑se nos preços de oferta publicados na plataforma, com exclusão de anúncios atípicos e sem interacção; inclui moradias uni-familiares e utiliza a mediana dos anúncios válidos por mercado.

Dinheiro Vivo
Nuno Braga
02.12.2025

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102: Pão e pastelaria com “ligeiro aumento” de preço em 2026 principalmente devido aos ovos

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🇵🇹 PORTUGAL // ECONOMIA // AUMENTOS DE PREÇOS

Em 1 de Janeiro de 2025 meia dúzia de ovos custava 1,61 euros, mas em 19 de Novembro a mesma caixa já estava a 2,12 euros, verificando-se assim um agravamento de 31,68%, segundo a Deco.

Maria João Gala/Global Imagens

O pão e os produtos de pastelaria deverão sofrer um “ligeiro aumento” de preço no próximo ano, impactados pelas revisões laborais e pelo agravamento do gasto com os ovos, frutos secos e cartão, adiantou à Lusa a ACIP.

“Para 2026, as perspectivas da ACIP [Associação do Comércio da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares] são cautelosamente optimistas. A estabilidade nos mercados internacionais da farinha, energia e logística cria condições favoráveis para um ano sem grandes oscilações”, apontou a presidente da direcção da associação, Deborah Barbosa, em resposta à Lusa.

Contudo, a ACIP antecipa “um ligeiro aumento” do preço do pão e da pastelaria, à boleia dos impactos de revisões laborais e das subidas dos preços dos ovos, frutos secos e do cartão.

A isto poderá ainda acrescer o impacto da possível retirada do apoio do Estado aos combustíveis, avisou.

Segundo dados da Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, enviados à Lusa, em 1 de Janeiro de 2025 meia dúzia de ovos custava 1,61 euros, mas em 19 de Novembro a mesma caixa já estava a 2,12 euros, verificando-se assim um agravamento de 31,68%.

O preço dos ovos mantém-se estável desde 22 de Outubro, quando atingiu o pico de 2,12 euros. Por sua vez, o valor mais baixo foi o atingido no início do ano (1,61 euros) e manteve-se até ao dia 29 do mesmo mês.

Segundo a ACIP, o sector deverá focar-se na “consolidação, eficiência produtiva e reforço da diferenciação”, factores que para a ACIP são essenciais para atingir margens sustentáveis e responder às expectativas dos clientes.

Deborah Barbosa disse ainda que os dados preliminares do corrente ano mostram um alinhamento dos preços da pastelaria e padaria com a inflação, após anos de forte volatilidade nos custos e de baixa no consumo.

“O sector apresenta uma evolução moderada, com crescimento contido mas positivo, sustentado pela normalização dos preços das matérias-primas e por um comportamento do consumidor mais previsível. Embora ainda existam muitas pressões ao nível da mão-de-obra e dos serviços essenciais, 2025 evidencia um ambiente de maior equilíbrio operacional”, afirmou.

Diário de Notícias
DN/Lusa
02.12.2025

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56: Preço do café continua em alta. Quanto vamos pagar por um expresso?

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PORTUGAL // CAFÉ // AUMENTOS

Desde que Donald Trump anunciou a implementação de tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros que o mercado desta matéria-prima tem estado desorientado. Preços devem continuar a subir.

CARL DE SOUZA/AFP

Nos EUA, o estado de espírito já se aproxima do pânico, enquanto os comerciantes esgotam os seus inventários, constituídos antes de os EUA terem imposto uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros, onde se inclui o café.

Enquanto os dois países continuam à mesa das negociações a tentar firmar um acordo comercial que seja vantajoso para ambos os lados, os consumidores já experimentaram uma subida de 40% no preço do café, os comerciantes pagaram uma taxa de entrada pelos grãos brasileiros e muitos importadores têm carregamentos em stand-by nas alfândegas enquanto aguardam por uma decisão.

Recorde-se que os EUA são o principal consumidor de café e que o Brasil fornece ao país cerca de um terço do total de café consumido. Qualquer alteração na relação entre estes dois agentes acaba por mexer em todo o mercado do café, em redor do globo, porque altera significativamente o equilíbrio de forças.

Nos mercados internacionais, o preço do café brasileiro já escorregou 5%, enquanto o dos seus concorrentes – Colômbia, México ou Guatemala – já subiu até 10% com o aumento da procura.

Evolução do preço dos grãos de café em verde
Reuters

Os preços do café têm estado a subir, nos últimos anos, com o clima a ser apontado como o principal responsável: chuvas, secas, tudo tem ajudado a justificar a quebra na produção e o aumento do preço dos produtores de café um pouco por todo o mundo. E, inevitavelmente, essa valorização já repercute nos consumidores, mesmo fora dos EUA.

Aliás, ainda esta semana a DECO alertou para o facto de o café moído ter sofrido um dos maiores aumentos do cabaz de alimentos que é monitorizado regularmente desde 2022.

O café torrado moído é, segundo os dados recolhidos pela associação de defesa do consumidor, o produto do cabaz cujo preço mais aumentou percentualmente este ano. Só na última semana, o preço do café escalou 71 cêntimos.

Uma embalagem de 250 gramas de café torrado moído pode agora custar 5,13 euros, nota a DECO. A 1 de Janeiro deste ano, a mesma embalagem de café custava 3,81 euros, o que significa que um aumento de 35% em menos de um ano. Se recuarmos a 2022, a subida em relação ao início desse ano é de 71%.

Num país onde o café faz parte dos hábitos diários, este aumento de preços tem um impacto significativo na carteira dos consumidores, e pode reflectir-se numa retracção do consumo, numa altura em que também os estabelecimentos comerciais não se coíbem de aumentar os preços da ‘bica’.

Em Lisboa, o difícil é encontrar quem a sirva por menos de um euro e com a aproximação de 2026, é de esperar mais aumentos – como, de resto, acontece a cada início de ano.

E mesmo a opção de consumo de café em casa, como mostram os valores divulgados pela DECO, vai ser impactada por esta escalada de preços que, segundo os indicadores disponíveis nos mercados das matérias-primas, não dão sinais de abrandar tão cedo.

No início deste ano, Cláudia Pimentel, secretária-geral da Associação Industrial e Comercial do Café, salientava em declarações ao Dinheiro Vivo que em Portugal, “o aumento do preço no consumidor varia de empresa para empresa, porque depende da sua capacidade de reflectir ou não esses aumentos.

E a capacidade tem também que ver com o stock que cada uma tem – não sendo um produto muito perecível, é possível ter bons stocks e isso deve ser tido em conta”.

E aproveitou ainda para recordar que, como potências futuras na produção do café, e com estreita relação a Portugal, temos actualmente Angola – “chegou a ser o segundo maior produtor do mundo e está a investir no sector, embora seja necessário haver estabilidade e vontade políticas e tenha de aprender a tratar do café – e também os Açores, cujas produções estão a beneficiar das alterações climáticas”.

Para já, parece que estas apostas ainda não estão a ter efeito de travagem na subida dos preços, mas será preciso esperar mais algum tempo para ver se haverá real impacto no consumo, em termos nacionais.

Diário de Notícias/Dinheiro Vivo
Margarida Vaqueiro Lopes
09.11.2025

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