144: Ministra da Saúde admite a existência de uma situação “muito crítica” no tempo de espera das urgências

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🇵🇹 PORTUGAL // GOVERNO // SAÚDE // ESPERAS

Ana Paula Martins admitiu que Portugal está “ainda, no meio de uma epidemia de gripe”, num inverno mais severo do que o do ano passado e com vírus mais agressivos em circulação.

Ana Paula Martins, ministra da Saúde.
FOTO: PAULO NOVAIS/LUSA

A situação nos tempos de espera dos serviços de urgência é “muito crítica” e não deverá melhorar durante esta semana, nomeadamente na região de Lisboa e Vale do Tejo, disse esta segunda-feira, 5 de Janeiro, a ministra da Saúde.

“Esta semana é uma situação que é muito critica, porque é o final das festas e das férias e das tolerâncias de ponto. Se, por um lado, vamos ter os nossos profissionais que estavam de férias a voltar, por outro lado também temos muito mais doentes, a verdade é esta, nomeadamente em algumas regiões do país, a entrar nas nossas urgências”, explicou Ana Paula Martins.

Em declarações à margem de uma visita ao Hospital Distrital da Figueira da Foz, sede da Unidade Local de Saúde do Baixo Mondego (ULSBM), a governante não espera que os tempos de espera nas urgências “possam melhorar significativamente”, durante esta semana, concretamente nos hospitais Amadora-Sintra, Beatriz Ângelo (Loures) e, em Lisboa “o próprio Santa Maria, que está também com muitas dificuldades”.

Ana Paula Martins vincou que Portugal está “ainda, no meio de uma epidemia de gripe”, num inverno mais severo do que o do ano passado e com vírus mais agressivos em circulação, embora ainda não haja dados concretos sobre se o pico da doença já foi atingido este ano.

“Os nossos virologistas dizem que, possivelmente, estamos mesmo a atingir o pico, mas só saberemos daqui a mais alguns dias, se começarmos a ver o número de infecções, através da rede Sentinela, a baixar”, explicou a ministra.

Diário de Notícias
DN/Lusa
05.01.2026

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135: Doentes urgentes com espera de mais de 11 horas no Amadora-Sintra

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🇵🇹 PORTUGAL // GOVERNO // SAÚDE // HOSPITAIS // INCOMPETÊNCIA

Os doentes classificados como urgentes no hospital Amadora-Sintra enfrentaram hoje tempos de espera de mais de 11 horas para a primeira observação nas urgências gerais, segundo dados do portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

© Lusa

De acordo com a informação consultada pela agência Lusa, cerca das 10h45, 41 doentes a quem foi atribuída a pulseira amarela (urgente) no Hospital Prof. Doutor Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra) tinham de aguardar 11h30 horas para uma primeira observação.

Os doentes triados como pouco urgentes (pulseira verde) tinham um tempo de espera para serem observados por um médico de 14h00.

No Hospital Garcia de Orta, em Almada, a espera para a primeira observação dos 28 doentes considerados urgentes era de 6h15 minutos.

Segundo o sistema de triagem, as situações muito urgentes (pulseira laranja) têm um atendimento recomendado nos 10 minutos seguintes à triagem, enquanto os casos urgentes (amarela) são de 60 minutos e os pouco urgentes (verdes) de 120 minutos.

As autoridades de saúde apelam à população para que, antes de se deslocar a uma urgência, contactem a Linha SNS24 (808 24 24 24) para receber orientação adequada.

Notícias ao Minuto
25.12.2025

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40: Doentes urgentes esperam quase 20 horas para serem atendidos no Amadora-Sintra

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PORTUGAL // HOSPITAIS // SAÚDE // ESPERAS

Na manhã deste domingo, estavam em fila de espera 40 doentes urgentes, com um tempo de espera médio perto das 20 horas.

Hospital Amadora-Sintra. Foto: DR

Os doentes urgentes estão a esperar uma média de 19 horas e 36 minutos no Hospital Amadora-Sintra, até serem atendidos. Os dados são da plataforma do Ministério da Saúde que divulga os tempos de espera nas várias unidades por todo o país. Às 11h30 da manhã deste domingo, 2 de Novembro, existiam 40 doentes urgentes (pulseira amarela), com um tempo de espera médio de 19h36.

Recorde-se que se trata de uma das unidades de saúde com mais dificuldades em dar resposta à procura existente. De resto, é o mesmo hospital em que, esta sexta-feira, morreu uma mulher grávida. No dia seguinte, o bebé acabaria também por morrer.

Já a espera para os doentes muito urgentes (de pulseira laranja) é de três minutos, enquanto a de pouco urgentes (pulseira verde) 1h20. A orientação do Serviço Nacional de Saúde (SNS) é de sempre contactar a linha SNS24, no número 808242424. Assim, podem receber um primeiro atendimento e evitam deslocações desnecessárias às urgências.

Diário de Notícias
Tomás Gonçalves Pereira
02.11.2025

- Neste Blogue, escreve-se em Português 🇵🇹 de Portugal (não adulterado), pré-AO.

 

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