37: Lisboa vai vestir-se de roxo e as sirenes vão fazer-se ouvir para recordar terramoto de 1755. Foi há 270 anos

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PORTUGAL // LISBOA // TERRAMOTO DE 1755

Lisboetas são convidados a pendurar algo roxo à janela de forma a assinalar o sismo. Monumentos serão iluminados e museu Quake vai acolher várias iniciativas.

Estima-se que o sismo de 1 de Dezembro de 1755 tenha tido uma magnitude de 8,7.

Lisboa vai voltar a vestir-se de roxo neste sábado, 1 de Novembro, para assinalar o 270.º aniversário do Terramoto de 1755.

Num conjunto de iniciativas promovidas pelo movimento “Recordar 1755” em parceria com o Quake, o museu dedicado ao terramoto, os lisboetas e todos os que passam pela cidade são convidados a pendurar algo roxo à janela de forma a assinalar o sismo, um gesto que visa lembrar e consciencializar sobre a prevenção deste tipo de fenómenos naturais. É igualmente incentivada a partilha de fotografias nas redes sociais com a hashtag #recordar1755.

De roxo também serão iluminados, já na noite desta sexta-feira, vários monumentos não só da Grande Lisboa – como a Estátua de D. José, o Castelo de São Jorge, o Campo Pequeno, o Museu dos Coches e o Santuário do Cristo-Rei em Almada -, mas também de cidades como Setúbal (edifício da Câmara e o Forte de São Filipe), Leiria (castelo), Lagos (Igreja de Santo António) e Ponta Delgada (Portas da Cidade).

Na manhã de sábado, 1 de Novembro, pelas 9h40, a hora exacta a que o sismo começou, a Liga dos Bombeiros Portugueses fará soar as sirenes dos quartéis, que se juntarão aos navios da Transtejo/Soflusa no rio Tejo.

“Estas acções visam evocar as vítimas e a destruição causada pelo terramoto e fomentar a reflexão sobre a importância da prevenção e preparação para futuros sismos”, pode ler-se numa nota enviada às redacções.

O Quake também preparou uma programação especial para este sábado, com a presença de actores que darão vida a personagens históricas, tornando mais imersiva a experiência de quem visita o museu, localizado em Belém, junto ao Museu Nacional dos Coches.

Às 17 horas, a cafetaria do museu vai acolher o lançamento do livro “Recordar 1755”, de André Canhoto Costa, que estará presente para uma sessão de autógrafos.

“O Terramoto de 1755 foi mais do que uma catástrofe, que deveria ser lembrada e ensinar-nos a estar mais bem preparados. O Movimento Recordar 1755 nasceu para inverter esta lógica e devolver significado a uma data que o país tratou como rodapé”, salienta Ricardo Clemente, co-fundador do Quake, citado pelo comunicado.

Simulado sismo com magnitude semelhante ao de 1775

Já esta sexta-feira, o Centro de Alerta de Tsunamis de Portugal, instalado no Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), testou a sua capacidade com um simulacro de sismo de magnitude 8,5 sentido ao largo do cabo de São Vicente, em Sagres, num cenário semelhante ao do terramoto de Lisboa de 1755.

O chefe da divisão de Geofísica do IPMA, Fernando Carrilho, explicou aos jornalistas como seria gerida uma situação real: após a detecção do sismo, os técnicos calculam rapidamente a sua magnitude e potencial de gerar um tsunami, identificam as zonas costeiras em risco e estimam o tempo de chegada das ondas. No exercício, a primeira onda demorou cerca de 50 minutos a atingir Sagres e Porto Santo, exigindo um segundo alerta quando o tsunami se aproxima da costa.

O Centro de Alerta de Tsunamis, criado em 2017 e reconhecido pela UNESCO em 2019, funciona ininterruptamente, com equipas em permanência a monitorizar a actividade sísmica e o comportamento do mar. O sistema português integra a rede internacional de alerta do Atlântico Nordeste e Mediterrâneo, emitindo avisos não só para Portugal, mas também para países como Espanha, Marrocos, França e Itália.

Segundo Telmo de Carvalho, do Conselho Directivo do IPMA, apesar de os sismos não poderem ser previstos, a rapidez no aviso é crucial para salvar vidas. A rede nacional de estações sísmicas e marégrafos permite detectar anomalias e partilhar informações em tempo real, garantindo uma vigilância constante face ao risco de novos tsunamis.

* Com Lusa

Diário de Notícias
David Pereira
31.10.2025

- Neste Blogue, escreve-se em Português 🇵🇹 de Portugal (não adulterado), pré-AO.

 

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36: O presidente Trump na Ásia: poder, adulação e arrumação de forças numa nova era

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OPINIÃO

O meu calendário geopolítico difere do convencional. A era do século XX, que ficou marcado por duas enormes confrontações bélicas, pela Guerra Fria, pela descolonização e pela expansão industrial em larga escala, terminou em 1991, com o colapso da União Soviética. Começou então, na minha leitura da história, o tempo do século XXI. Entrámos num período de globalização económica, multilateralismo e cooperação internacional, desenvolvimento dos regimes democráticos, e de preocupação com a sustentabilidade e os grandes desafios globais.

O meu calendário também me diz que o século XXI foi bastante curto. Parece-me haver terminado com a brutal invasão russa da Ucrânia, em Fevereiro de 2022. Os tempos mudaram nessa altura, com o regresso a práticas de outrora, ao uso sem disfarces da força militar e económica como factores determinantes nas relações internacionais. Assistimos, simultaneamente, a uma acelerada corrida para o futuro, baseada nas transformações tecnológicas e na revolução digital. Da inquietação sobre as desigualdades entre os povos passou-se à insensibilidade sobre as questões do desenvolvimento.

Estamos agora num período estranho e ambíguo da história universal: vivemos ao mesmo tempo no passado e no futuro. Encontramo-nos conectados através de milhares de cabos de fibra óptica e de um crescente número de satélites. A informação global é instantânea, mas parece que estamos a regressar, com uma rapidez variável, às velhas ideias nacionalistas, ao cada um por si.

A indiferença tornou-se uma marca distintiva desta nova era. O excesso de dados acaba por nos anestesiar. Ficamos alheios ao que acontece fora do nosso círculo mais próximo. Essa apatia facilita a manipulação da opinião pública por líderes políticos populistas, extremistas, que utilizam as plataformas digitais para condicionar os comportamentos dos cidadãos. Paradoxalmente ou não, os próprios manipuladores acabam por ouvir a sua própria vozearia, e parecer acreditar nas narrativas que criam. Alimentam, assim, o ciclo da desinformação e do distanciamento colectivo em relação às grandes questões que continuam por resolver.

Neste contexto, o empenho no pensamento crítico torna-se fundamental. É preciso saber questionar, analisar e interpretar as intenções que as mensagens escondem. O desenvolvimento da capacidade de formular perguntas pertinentes e de avaliar a credibilidade das fontes é essencial para evitar a manipulação e o conformismo. Como Sócrates já defendia há 2 500 anos, explorar ideias alternativas e desafiar opiniões estabelecidas é politicamente indispensável em democracia.

Esta reflexão teve como origem um comentário recente, feito num dos nossos canais televisivos, sobre o novo míssil de cruzeiro russo de propulsão nuclear, conhecido na Rússia por 9M730 Burevestnik e na NATO pela designação de Skyfall. Vladimir Putin anunciou que a 21 de Outubro o míssil havia sido lançado e que o teste fora um sucesso.

Acrescentou que o engenho esteve 15 horas no ar, percorreu mais de 14 mil quilómetros, podendo assim ser dirigido para um alvo no canto mais remoto do planeta. Sublinhou igualmente que nenhum outro Estado tem capacidade para o interceptar. Ou seja, a Rússia afirmava assim ter dado mais um passo para consolidar o seu lugar nas primeiras filas da nova era, a era da confrontação e da força.

O comentador, pessoa que considero, disse que Trump havia “olimpicamente” ignorado o anúncio feito por Putin. Faltou o porquê do alheamento de Trump.

Penso que é relevante tentar compreender esse aparente desdém. Digo aparente porque ontem o presidente americano ordenou às suas forças armadas que iniciassem um programa de testes nucleares, algo que não acontecia há mais de três décadas.

Na minha análise, Trump, que tem passado a semana na Ásia, não tem medo da Rússia nem se interessa de modo particular por Putin, excepto no que diz respeito à guerra russa contra a Ucrânia. Quer acrescentar a paz na Ucrânia à sua lista de pretensos tratados de paz, sempre com a obcecação do Nobel da Paz. Neste momento, hoje sexta-feira, está convencido que Putin é o obstáculo maior no caminho para um cessar-fogo. Sábado, logo se verá.

Fora isso, ficou bem claro, nestes dias, que a prioridade absoluta da administração norte-americana é a rivalidade com a China. O seu périplo pela Ásia procurou mostrar a influência e o poder dos Estados Unidos numa região cada vez mais próxima da China. Por isso, Trump esteve na Malásia, na cimeira da ASEAN, depois no Japão, na Coreia do Sul e mostrou moderação no encontro de ontem com o presidente chinês, Xi Jinping.

Para além dos acordos comerciais, vários deles ligados às tecnologias de ponta que irão definir os próximos anos, o sucesso da presença de Trump na Ásia e a adulação que recebeu reconfortaram a sua ilusão que os EUA têm uma influência decisiva naquela parte do globo. O míssil de Putin, por muito potente que possa ser, algo que está por confirmar, não pesa para Trump nem o distrai, já que considera prioridade fundamental o relacionamento com a Ásia, no quadro da concorrência com a China.

Faz, segundo creio, uma leitura superficial e equívoca da realidade. Precisa de entender que este novo século iniciado em 2022 parece ir no sentido da consolidação de facto da aliança estratégica entre a China e a Rússia.

Conselheiro em segurança internacional.

Ex-secretário-geral-adjunto da ONU

Diário de Notícias
Victor Ângelo
31.10.2025

- Neste Blogue, escreve-se em Português 🇵🇹 de Portugal (não adulterado), pré-AO.

 

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35: Mau tempo: Trânsito cortado nos viadutos do Bessa, AEP e Campo Alegre. Três distritos sob aviso vermelho

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PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

59 das ocorrências foram inundações da via pública e estruturas, três quedas de árvore, duas limpezas de via e quatro movimentos de massa. Maioria (57) foram registadas na Área Metropolitana do Porto.

Arquivo

A chuva intensa que se fez sentiu durante a madrugada desta sexta-feira, 31 de Outubro, no Porto provocou mais de meia centena de ocorrências na cidade e obrigou ao corte de várias vias de circulação devido a inundações, informaram as autoridades.

Em declarações à Lusa, fonte da PSP do Porto disse que a circulação do trânsito está interrompida nos viadutos das rotundas AEP e do Bessa, assim como no novo viaduto do Campo Alegre.

Na VCI, saída para a Boavista, no sentido Arrábida/Porto, esteve também cortada, mas já reabriu parcialmente, disse a mesma fonte.

Além destas situações, não há acidentes, nem situações graves a assinalar, acrescentou.

Os Bombeiros Sapadores do Porto contaram durante a madrugada e início da manhã mais de meia centena de ocorrências, relacionadas, sobretudo, com árvores caídas e inundações.

“São situações provocadas por inundações, que estão a provocar problemas na circulação do trânsito”, disse a mesma fonte, referindo, contudo, que “a situação está a acalmar”.

Também o Comando Sub-Regional da Área Metropolitana do Porto disse à Lusa que são muitas dezenas de ocorrências, mas considerou tratar-se de “situações normais” sem que haja danos graves a assinalar.

Protecção Civil registou 68 ocorrências até às 07:00 devido à chuva

A Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) registou entre as 00:00 e as 07:00 desta sexta-feira 68 ocorrências relacionadas com o mau tempo, a maioria inundações da via pública e estruturas e principalmente no norte do país.

“Tivemos 68 ocorrências, a maioria das quais inundações da via pública e estruturas e na Área Metropolitana do Porto, sem causar vítimas ou danos graves devido à chuva”, adiantou à agência Lusa, José Costa, da ANEPC.

Das 68 ocorrências registadas, 59 foram inundações da via pública e estruturas, três quedas de árvore e duas limpezas de via e quatro movimentos de massa.

A maioria das ocorrências (57) foram registadas na Área Metropolitana do Porto e as restantes espalhadas pelas regiões do Ave e Cávado.

Segundo José Costa, foram empenhados 105 operacionais, com o apoio de 35 veículos.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para esta sexta-feira e sábado um agravamento do estado do tempo em Portugal continental com chuva, por vezes forte e persistente, em especial nas regiões do norte e centro, vento e agitação marítima.

A previsão de chuva forte levou o IPMA colocar sob aviso vermelho os distritos de Viseu, Aveiro e Coimbra entre as 06:00 e as 12:00 desta sexta-feira, passando depois a laranja entre as 12:00 desta sexta-feira e as 00:00 de sábado e depois a amarelo até às 12:00 de sábado.

Sob aviso laranja por causa da chuva estão também esta sexta-feira os distritos de Bragança, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Leiria e Braga, passando depois a amarelo até às 15:00 de sábado.

O IPMA colocou ainda Setúbal, Santarém, Lisboa, Castelo Branco, Portalegre sob aviso amarelo esta sexta-feira e no sábado.

IPMA

O aviso vermelho é emitido pelo IPMA nos casos de situação meteorológica de risco extremo. Já o aviso laranja indica uma situação meteorológica de risco moderado a elevado e o amarelo risco para determinadas actividades dependentes da situação meteorológica.

Por causa do mau tempo, a ANEPC emitiu na quinta-feira um aviso à população para comportamentos preventivos devido à previsão de chuva forte, vento e possibilidade de cheias ou inundações nos próximos dias.

Fonte da ANEPC disse à agência Lusa que o nível de prontidão foi elevado para 3, o que significa uma maior capacidade de resposta dos operacionais.

A Protecção Civil advertiu que podem ocorrer variações significativas nos caudais de zonas historicamente mais vulneráveis.

O agravamento das condições meteorológicas está associado à previsão de inundações em zonas urbanas, cheias e contaminação de fontes de água potável por inertes resultantes dos incêndios rurais.

A Protecção Civil alertou para a necessidade de garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e a adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente andaimes, placas e outros materiais suspensos.

Também a Polícia de Segurança Pública (PSP) alertou na quinta-feira os condutores para o mau tempo previsto para os próximos dias, que aumenta o risco de acidentes rodoviários.

Diário de Noticias
DN/Lusa
31.10.2025

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34: Vem aí mau tempo. Protecção Civil alerta para possibilidade de cheias nos próximos dias

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PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

Os avisos prendem-se com eventuais subidas dos caudais dos rios Minho, Lima, Cávado, Douro, Vouga, Águeda, Mondego, Tejo, Zêzere, Nabão, Arnoia e Alcoa.

FOTO: Reinaldo Rodrigues / Global Imagens

A Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) emitiu esta quinta-feira, 30 de Outubro, um aviso à população para comportamentos preventivos devido à previsão de chuva forte, vento e possibilidade de cheias ou inundações nos próximos dias.

Fonte da ANEPC disse à agência Lusa que o nível de prontidão foi elevado para 3, o que significa uma maior capacidade de resposta dos operacionais.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para sexta-feira e sábado no norte e centro do continente chuva persistente e por vezes forte, com alguma severidade naquelas regiões.

Por causa da chuva forte, o IPMA já emitiu aviso laranja para as regiões do norte e centro entre as 03h00 de sexta-feira e as 00h00 de sábado e aviso amarelo apenas para os distritos de Lisboa, Santarém e Castelo Branco entre as 03h00 de sexta-feira e as 06h00 de sábado.

A Protecção Civil advertiu que podem ocorrer variações significativas nos caudais de zonas historicamente mais vulneráveis.

Na bacia do rio Minho, podem aumentar os caudais, mas sem situações críticas. Já no rio Coura, recomenda-se o acompanhamento da situação.

É igualmente previsível a subida do Lima, do Cávado e do Douro, “sem situações críticas” assinaladas.

Relativamente à informação disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), recomenda-se uma intensificação da vigilância na bacia do Vouga, onde as águas do rio Águeda poderão registar um aumento “superior ao normal”.

Recomenda-se também o acompanhamento do nível das águas do Mondego, uma vez que poderão aumentar as afluências a Coimbra.

A recomendação estende-se ao rio Lis e à bacia do Tejo, devido à previsão de aumento dos caudais no rio Zêzere. No rio Nabão, poderá verificar-se também um aumento do nível da água, que deve ser acompanhado.

Na bacia das Ribeiras do Oeste, poderá ocorrer uma subida dos caudais nos rios Arnoia e Alcoa.

O agravamento das condições meteorológicas está associado à previsão de inundações em zonas urbanas, cheias e contaminação de fontes de água potável por inertes resultantes dos incêndios rurais.

A Protecção Civil alertou para a necessidade de garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e a adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente andaimes, placas e outros materiais suspensos.

As temperaturas mínimas vão registar uma descida mais significativa, prevendo-se valores na ordem de 10 a 15 graus nas regiões norte e centro, descendo para valores inferiores a 05 graus em alguns locais do interior norte e centro na noite de sábado para domingo.

As mínimas vão variar entre 13 e 18 graus na região sul, descendo para valores entre 09 e 14 graus na noite de sábado para domingo.

A PSP alertou também os condutores para o mau tempo previsto para os próximos dias, que aumenta o risco de acidentes rodoviários.

Diário de Notícias
DN/Lusa
30.10.2025

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33: Vem aí mais chuva forte: nove distritos de Portugal continental sob aviso laranja na sexta-feira

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PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

Nove distritos de Portugal continental vão estar na sexta-feira sob aviso laranja (o segundo mais grave) devido à previsão de chuva forte e persistente, determinou esta sexta-feira o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Chuva (AP) © TVI Notícias

Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro, Coimbra e Braga são os distritos sob aviso laranja durante o dia de sexta-feira, porque se prevê “precipitação persistente e por vezes forte”, segundo o IPMA, que anteriormente tinha informado que estes territórios estariam sob aviso amarelo (o menos grave de uma escala de três).

Segundo informação do IPMA, outros três distritos vão estar na sexta-feira sob aviso amarelo, designadamente Santarém, Leiria e Castelo Branco.

De acordo com anterior comunicado do instituto responsável pela emissão de avisos meteorológicos, o distrito de Faro esteve esta quarta-feira, entre as 07:43 e as 10:00, sob aviso vermelho (o mais grave) devido à chuva intensa, sendo que esse aviso passou a laranja, até às 15:00.

Além disso, Faro está, até às 15:00, sob aviso amarelo devido à previsão de trovoadas frequentes e dispersas, assim como “vento do quadrante sul, com rajadas da ordem de 70/80 km/h [quilómetros por hora], em especial no litoral e nas serras”.

Entre os 18 distritos de Portugal continental, também Évora, Setúbal e Beja estão, até às 15:00, sob aviso laranja por causa da “precipitação persistente e forte, por vezes acompanhada de trovoada e rajadas fortes”, indicou o IPMA.

Durante a manhã desta quarta-feira, até às 12:00, estiveram sob aviso amarelo devido à chuva os distritos de Santarém e Lisboa, situação que se regista, até às 15:00, em Castelo Branco e Portalegre, de acordo com o instituto.

Os avisos do IPMA – vermelho, laranja e amarelo – são emitidos quando existe uma situação meteorológica de risco, que pode ser avaliada como de risco elevado, moderado ou reduzido.

A Protecção Civil registou, até às 12:00, 1.147 ocorrências em todo o país devido ao mau tempo, sobretudo inundações, concentradas na Grande Lisboa, Península de Setúbal e Algarve, disse à agência Lusa o comandante Elísio Pereira.

Em declarações à Lusa, pelas 12:30, o responsável da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) referiu que foram registadas 700 ocorrências relacionadas com inundações, sendo que 658 ocorreram no distrito de Lisboa.

Na terça-feira, a ANEPC alertou para a possibilidade de inundações em zonas urbanas e cheias nos próximos dias devido às previsões de chuva e vento forte, pedindo à população que adopte medidas preventivas.

CNN Portugal
Agência Lusa
29.10.2025

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32: Hospitais recebem ordem para cortar na despesa mesmo que actividade abrande

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PORTUGAL // GOVERNO // SAÚDE // HOSPITAIS // CORTES

A Direcção Executiva do Serviço Nacional de Saúde terá dito este mês aos líderes das unidades locais de saúde (ULS) que é preciso cortar na despesa dos hospitais do próximo ano.

A Direcção Executiva do Serviço Nacional de Saúde terá dito este mês aos líderes das unidades locais de saúde (ULS) que é preciso cortar na despesa dos hospitais do próximo ano.
© Foto: António Antunes – RTP

O jornal Público noticia esta quarta-feira que as ULS foram informadas de que terão de cortar dez por cento na rubrica de fornecimentos e serviços externos, como está definido na proposta de Orçamento de Estado para o próximo ano. Esta será uma forma de compensar o aumento de cinco por cento na despesa com pessoal.

A indicação foi deixada, segundo o Público, na terceira edição da Assembleia de Gestores do SNS, que aconteceu no Hospital de Santarém no dia 14 de Outubro.

Fontes hospitalares antevêem que o próximo ano seja difícil do ponto de vista orçamental e que a produção dos hospitais não ultrapasse a deste ano.

As despesas com fornecimentos e serviços externos incluem medicamentos, material clínico, tarefeiros e produção adicional, ou seja, consultas e cirurgias adicionais que são feitas para combater listas de espera.

A direcção do SNS, contactada pelo Público, diz que não comenta reuniões internas.

RTP
29.10.2025
Gonçalo Costa Martins – Antena 1

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31: Chuva forte deixa ruas de Faro inundadas e coloca Algarve sob aviso vermelho

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PORTUGAL // ALGARVE // MAU TEMPO

Distritos de Évora, Setúbal e Beja estão sob aviso laranja até às 15h00. Santarém e Lisboa sob aviso amarelo até ao meio-dia e Castelo Branco e Portalegre até às 15:00.


Rua de São Luís, em Faro. Meteo Trás os Montes – Portugal

A chuva intensa que caiu na madrugada desta quarta-feira, 29 de Outubro, em Faro, deixou ruas inundadas e carros submersos.

Um dos exemplos mais ilustrativo desta situação é a rua de São Luís, junto ao estádio do Farense, onde os carros que ali se encontram estacionados estão imobilizados.

O trânsito está cortado e estabelecimentos comerciais encerrados.

O distrito de Faro está sob aviso vermelho, o mais grave, até às 10h00, devido a “precipitação persistente e forte no sotavento, por vezes acompanhada de trovoada e rajadas fortes”, segundo o site do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Depois passa a aviso laranja, até às 15h00.

Diário de Notícias
David Pereira, Lusa
29.10.2025

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30: Temporal. Centenas de ocorrências na Grande Lisboa, Setúbal e Lezíria do Tejo

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PORTUGAL // METEOROLOGIA // TEMPORAL

A chuva torrencial já provocou dois feridos, um deles em estado grave, numa rotunda em Tercena, no concelho de Oeiras. Uma mulher que circulava a pé foi arrastada pela agua e sofreu lesões graves. Foi transportada para o hospital São Francisco Xavier. O outro ferido considerado ligeiro circulava numa mota e também foi arrastado pela água.

Segundo a ANEPC, a maioria da ocorrências diz respeito a inundações e queda de árvores.
© Foto: Pedro A. Pina – RTP

Até perto das cinco da tarde, registaram-se 400 ocorrências na Região de Lisboa, Setúbal e Lezíria do Tejo. De acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil, a Grande Lisboa é a região mais afectada com 259 ocorrências relacionadas com inundações. Há estradas cortadas, árvores caídas e estruturas derrubadas.

O túnel do campo Pequeno na cidade de Lisboa chegou a estar encerrado.

As regiões de Setúbal, Lezíria e Lisboa estão sob aviso laranja até amanhã as 19h00.

A ANEPC registou, até às 16:00, 138 ocorrências na região de Lisboa devido ao mau tempo, a maioria inundações e queda de árvores, disse à agência Lusa o comandante Paulo Santos.

Em declarações à Lusa, pelas 16:30, Paulo Santos ressalvou que este balanço não inclui a cidade de Lisboa.

Segundo o comandante da ANEPC, acrescem ainda 15 ocorrências relevantes na região da Lezíria do Tejo e 11 no Médio Tejo.

As ocorrências mais relevantes dizem respeito a inundações, quedas de árvores e de estruturas.

Todos os distritos estão hoje em aviso amarelo, o menos grave dos três níveis, igualmente devido à chuva, na sua maioria entre as 06:00 e a meia-noite, segundo indicou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Nas regiões montanhosas e na costa sul do arquipélago da Madeira, a acompanhar a chuva, prevê-se vento forte, entre 09:00 e as 18:00, cujas rajadas podem atingir os 100 quilómetros por hora.

Por seu turno, a Protecção Civil alertou hoje para a possibilidade de inundações em zonas urbanas e cheias nos próximos dias devido às previsões de chuva e vento forte, pedindo à população que adopte medidas preventivas.

Num aviso à população, a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) dá conta que a previsão meteorológica para os próximos dias aponta para “precipitação por vezes forte”, acompanhada por trovoadas, e para o “aumento da intensidade do vento no litoral e nas terras altas, com condições favoráveis à ocorrência de fenómenos extremos de vento, em especial na região Sul”.

Face a estas previsões, a Protecção Civil avisa para a ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento ou por galgamento costeiro, assim como para cheias, devido ao transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras.

A ANEPC alerta também para a instabilidade de vertentes, conduzindo a deslizamentos, derrocadas e outros motivados pela infiltração da água (fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais do Verão), para o piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água, assim como para o arrastamento para as vias de objectos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis devido ao vento forte.

Lisboa com 66 ocorrências, túnel do Campo Pequeno fechado

Entre as 6:00 e as 16:00, a capital registou um total de 66 ocorrências associadas às condições meteorológicas adversas, sobretudo inundações devido à precipitação, que obrigaram ao corte de trânsito no túnel do Campo Pequeno.

De acordo a directora municipal da Protecção Civil de Lisboa, Margarida Castro Martins, o túnel do Campo Pequeno foi cortado ao trânsito pelas 15:30 no sentido Entrecampos – Saldanha, situação que se mantinha pelas 16:45, hora em que se previa cortar o sentido oposto, para proceder a “trabalhos de desentupimento”, mas entretanto a circulação foi reposta.

Quanto às 66 ocorrências registadas na capital em resultado do mau tempo, a mesma fonte da Protecção Civil de Lisboa indicou às 16:45 que 16 continuavam activas e 50 estavam já resolvidas.

Por tipologia, a maioria das ocorrências é relativa a inundações, com um total de 52 situações, das quais 20 em espaços privados, segundo dados da Protecção Civil.

Há também a registar seis ocorrências de queda de árvores, três de quedas de estruturas e duas de quedas de revestimento, bem como três acidentes rodoviários.

Os dados da Protecção Civil de Lisboa têm ainda a indicação quanto à localização das ocorrências pelas 24 freguesias da cidade, com destaque para a do Lumiar (11), Avenidas Novas (10), Belém (6), Arroios (5), Penha de França (5), Santa Clara (5) e São Domingos de Benfica (5).

c/ Lusa

RTP
28.10.2025

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“Estamos abandonados”: trabalhadores da Base das Lajes apelam ao Governo para adiantar salários em atraso devido ao ‘shutdown’ nos EUA

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PORTUGAL // EUA // SALÁRIOS EM ATRASO // BASE DAS LAJES

Os trabalhadores portugueses da Base das Lajes reiteraram o apelo ao Governo para que adiante os salários em atraso, devido à paralisação da administração norte-americana, alertando que alguns já passam por dificuldades.

Base das Lajes
© TVI Notícias

“Os trabalhadores estão preocupados, desiludidos, tristes, estão a sentir-se abandonados. É uma situação complicada. As contas não esperam, cada dia que passa a situação agrava-se e nós precisamos de respostas”, afirmou a presidente da Comissão Representativa dos Trabalhadores (CRT) portugueses na Base das Lajes, Paula Terra, em conferência de imprensa, em Angra do Heroísmo.

Os salários na Base das Lajes, na ilha Terceira, são pagos quinzenalmente. A quinzena de 17 de Outubro foi paga com cortes e da 27 de Outubro não foi paga.

Em causa está a introdução de uma suspensão temporária e não remunerada aplicável a funcionários públicos norte-americanos, devido à paralisação parcial da administração norte-americana por não ter sido aprovado o orçamento federal dos Estados Unidos.

Numa conferência de imprensa conjunta, o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Alimentação, Comércio, Escritórios, Turismo e Transportes (SITACEHTT) dos Açores e a Comissão Representativa dos Trabalhadores apelaram a que o Estado português siga o exemplo dos governos da Alemanha e de Espanha.

“Aquilo que temos vindo a reivindicar desde o primeiro momento é o que outros países já fizeram, nomeadamente a Alemanha e a Espanha, que é garantir que os seus trabalhadores têm efectivamente um vencimento no fim do mês. Adiantaram os vencimentos e depois vão proceder a um entendimento junto dos norte-americanos”, explicou o coordenador do SITACEHTT/Açores, Vítor Silva.

Num comunicado conjunto, com três parágrafos, os ministérios da Defesa Nacional e dos Negócios Estrangeiros adiantaram, na quinta-feira, que o Governo português estava a “avaliar soluções eventualmente possíveis face ao quadro normativo nacional vigente, com vista à redução desse impacto”.

O executivo salientou ainda que é “alheio à descrita situação”, mas está “preocupado com o impacto decorrente desse atraso nos trabalhadores afectados e respectivas famílias”.

Vítor Silva alegou que o Estado português é “interlocutor directo” num acordo internacional com os Estados Unidos e, por isso, “não pode estar alheio a uma situação desta natureza”.

“Cabe ao Estado português, como representante destes trabalhadores no acordo, assegurar o pagamento dos seus salários e nós vamos reivindicar isso, custe o que custar, e mandar as cartas que forem necessárias, para o primeiro-ministro, para o ministro dos Negócios Estrangeiros e para o ministro da Defesa”, sublinhou.

A situação é conhecida há mais de duas semanas, mas, segundo Paula Terra, o Governo da República ainda não entrou em contacto com os trabalhadores.

“Tivemos conhecimento, através de um comunicado dos dois ministérios, que estavam a ser preparadas soluções. A comissão de trabalhadores gostava de saber que soluções são essas”, apontou.

Não há ainda uma previsão de quando será resolvido o impasse quanto à aprovação do orçamento federal dos Estados Unidos e sem ele os trabalhadores portugueses continuarão sem receber.

Paula Terra insistiu, por isso, que a “única solução” é ser o Governo português a adiantar os vencimentos.

“Não podemos estar neste compasso de espera por uma situação que não é da nossa responsabilidade. Somos cidadãos portugueses, a trabalhar em Portugal, ao abrigo de um acordo assinado entre dois países. Se um lado não cumpre com o acordo, o outro lado terá de o fazer cumprir”, frisou.

Segundo a presidente da CRT, os trabalhadores da Base das Lajes têm “o mesmo tipo de contratos” do que os que trabalham para a Força Aérea norte-americana em solo alemão.

“Em princípio, a solução aplicada a eles podia ser aplicada aos trabalhadores da Base das Lajes. Se há alguma situação em termos legais que impeça nós não tivemos conhecimento”, explicou.

Esta não é a primeira vez que a administração norte-americana fica sem orçamento, mas, nas outras vezes, a paralisação não afectou os trabalhadores portugueses na Base das Lajes.

“Essa situação nunca se colocou aos trabalhadores portugueses, porque nós éramos sempre protegidos pelos acordos laborais. Pelo menos era a informação que passava na altura”, adiantou Paula Terra.

Apesar de terem garantias de que a situação é “ilegal”, os trabalhadores foram aconselhados a continuarem a apresentar-se ao trabalho, sob pena de serem despedidos, e não podem fazer greve ou contestar a situação em tribunal.

“Um dos pontos que ficaram bem assentes na primeira reunião que tivemos com os dois comandos, português e norte-americano, foi de que esta situação não era legal e que esta situação não podia ser aplicada desta maneira aos trabalhadores. Mas como não há orçamento aprovado, não há fundos para pagar salários”, revelou a presidente da CRT.

TVI Notícias
28.10.2025

- Neste Blogue, escreve-se em Português 🇵🇹 de Portugal (não adulterado), pré-AO.

 

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Está aí o “outono verdadeiro” e traz “chuva extrema”: “há que fazer limpeza dos escoamentos nas nossas casas, ver caleiras, sarjetas, retirar objectos”

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PORTUGAL // METEOROLOGIA

O climatologista Mário Marques alerta para a possibilidade de “chuva extrema e vento forte” nos próximos dias, com especial incidência no litoral oeste e no Centro e Sul do país.

Mau tempo (CARLOS M. ALMEIDA/LUSA)
© TVI Notícias

Segundo o climatologista, Portugal vai enfrentar “um outono verdadeiro”, marcado pela passagem sucessiva de depressões atlânticas e por uma “alimentação contínua de vapor de água”, proveniente de massas de ar quente vindas do Atlântico.

“A partir desta terça-feira, sobretudo à tarde, e até sábado, ou pelo menos domingo, teremos aqui uma passagem sucessiva de depressões, com grande alimentação de vapor de água. Há potencial para ter um grande agravamento térmico, um forte gradiente barométrico, mas também existe a associação à corrente de jacto. O que é que isso quer dizer? Quer dizer que existirão passagens sucessivas depressões a partir desta terça-feira”, afirma Mário Marques.

O climatologista sublinha ainda que esta sexta-feira e este sábado serão “os mais críticos” e que isso “faz com que o risco, a exposição e a vulnerabilidade aumente de uma forma significativa, pelo que sábado será um dia a evitar deslocações de longa distância”.

“Poderemos ter aqui condições propícias para inundações rápidas, para grandes lençóis de água, quer em quantidade, quer na sua extensão, nas áreas planas. Poderemos ter aqui uma situação com grande potencial para causar inúmeras ocorrências relacionadas com a precipitação”, refere, acrescentando que “os modelos indicam taxas de precipitação horária muito elevadas, com potencial para causar inúmeras ocorrências”.

A chuva deverá atingir todo o território continental, incluindo o Algarve, mas será “mais intensa e contínua” entre Sintra e o extremo noroeste da Península Ibérica, onde as cadeias montanhosas potenciam a condensação e o agravamento da precipitação.

Além da chuva, está previsto vento forte a muito forte entre sexta-feira e sábado nas regiões centro e sul – especialmente nesta última. Luís Mestre aconselhou a população a evitar deslocações longas no feriado de Todos os Santos, a verificar o escoamento das águas nas habitações e a garantir a limpeza de caleiras e sarjetas, alertando também as autarquias para a necessidade de remover folhas e detritos das vias.

“Poderá haver aqui ajustamentos, mas penso que os ingredientes estão lá e espero que não seja tão grave como as coisas estão a parecer. É necessário cautela: fazer limpeza dos escoamentos nas nossas casas, ver como é que estão as caleiras, as sarjetas, retirar objectos, e mesmo nas estradas as autarquias têm de fazer o seu trabalho de limpar constantemente, porque existe muita queda de folha”, concluiu o climatologista.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou todos os distritos de Portugal continental sob aviso amarelo devido à previsão de chuva, por vezes forte e acompanhada de trovoada, para esta terça-feira.

Os distritos de Faro, Évora, Setúbal e Beja já estão sob aviso amarelo desde segunda-feira.

TVI Notícias
28.10.2025

- Neste Blogue, escreve-se em Português 🇵🇹 de Portugal, pré-AO.

 

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