{"id":1763,"date":"2026-06-12T07:33:13","date_gmt":"2026-06-12T06:33:13","guid":{"rendered":"https:\/\/inforgomes.pt\/social\/?p=1763"},"modified":"2026-06-12T07:36:49","modified_gmt":"2026-06-12T06:36:49","slug":"a-beira-de-um-ataque-de-nervos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/inforgomes.pt\/social\/a-beira-de-um-ataque-de-nervos\/","title":{"rendered":"\u00c0 beira de um ataque de nervos"},"content":{"rendered":"<div class=\"pld-like-dislike-wrap pld-template-1\">\r\n    <div class=\"pld-like-wrap  pld-common-wrap\">\r\n    <a href=\"javascript:void(0)\" class=\"pld-like-trigger pld-like-dislike-trigger  \" title=\"Gosto\" data-post-id=\"1763\" data-trigger-type=\"like\" data-restriction=\"no\" data-already-liked=\"0\">\r\n                        <i class=\"fas fa-thumbs-up\"><\/i>\r\n                <\/a>\r\n    <span class=\"pld-like-count-wrap pld-count-wrap\">1    <\/span>\r\n<\/div><div class=\"pld-dislike-wrap  pld-common-wrap\">\r\n    <a href=\"javascript:void(0)\" class=\"pld-dislike-trigger pld-like-dislike-trigger  \" title=\"N\u00e3o gosto\" data-post-id=\"1763\" data-trigger-type=\"dislike\" data-restriction=\"no\" data-already-liked=\"0\">\r\n                        <i class=\"fas fa-thumbs-down\"><\/i>\r\n                <\/a>\r\n    <span class=\"pld-dislike-count-wrap pld-count-wrap\">0<\/span>\r\n<\/div><\/div><p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; font-family: Aldrich; color: #ff0000;\" data-darkreader-inline-color=\"\"><span style=\"font-size: 36px;\">\ud83c\uddf5\ud83c\uddf9<\/span>\u00a0OPINI\u00c3O<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-1766\" src=\"https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/FilipeAlves.png\" alt=\"\" width=\"124\" height=\"145\" \/>Quarenta por cento dos portugueses apresentam sintomas de ansiedade: ins\u00f3nias, aumento da frequ\u00eancia card\u00edaca, tens\u00e3o muscular, tonturas e fadiga. N\u00e3o \u00e9 uma estat\u00edstica abstracta; \u00e9 quase metade do pa\u00eds a viver com o corpo em alerta permanente, como se cada dia fosse uma prova de sobreviv\u00eancia. A ansiedade \u00e9, por natureza, uma resposta normal ao medo e ao stress. Mas quando se torna regra, e n\u00e3o excep\u00e7\u00e3o, deixa de ser um mecanismo de protec\u00e7\u00e3o e passa a ser um modo de vida. E os portugueses, hoje, vivem demasiado nesse modo. T\u00eam medo do amanh\u00e3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma sociedade ansiosa \u00e9 uma sociedade que respira curto. Que olha para o futuro com desconfian\u00e7a. Que se sente pressionada, exausta e sempre \u00e0 beira de um sobressalto. A ansiedade colectiva n\u00e3o \u00e9 apenas um fen\u00f3meno cl\u00ednico; \u00e9 um fen\u00f3meno social. Molda comportamentos, altera prioridades, condiciona decis\u00f5es. Uma comunidade ansiosa \u00e9 mais vulner\u00e1vel a discursos simplistas, a solu\u00e7\u00f5es m\u00e1gicas e a narrativas de medo. O medo \u00e9 um excelente vendedor de certezas.<\/p>\n<div id=\"attachment_1764\" style=\"width: 1210px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1764\" class=\"size-full wp-image-1764\" src=\"https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/dn12062026-01.avif\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"800\" srcset=\"https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/dn12062026-01.avif 1200w, https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/dn12062026-01-300x200.avif 300w, https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/dn12062026-01-1024x683.avif 1024w, https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/dn12062026-01-768x512.avif 768w, https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/dn12062026-01-450x300.avif 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><p id=\"caption-attachment-1764\" class=\"wp-caption-text\">&#8220;\u00c9 tamb\u00e9m neste campo que os meios de comunica\u00e7\u00e3o social t\u00eam uma responsabilidade acrescida. Como todos os outros meios, o Di\u00e1rio de Not\u00edcias tem um papel decisivo na constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais informada e esclarecida (&#8230;).&#8221;<br \/>FOTO: Paulo Spranger \/ Arquivo<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1, por\u00e9m, um dado curioso que a neuro-ci\u00eancia nos oferece: a ansiedade e a gratid\u00e3o n\u00e3o conseguem coexistir no c\u00e9rebro. Activam zonas diferentes, mas incompat\u00edveis. Quando uma est\u00e1 acesa, a outra apaga-se. Uma sociedade dominada pela ansiedade \u00e9, inevitavelmente, uma sociedade onde a gratid\u00e3o escasseia. N\u00e3o porque as pessoas sejam m\u00e1s, mas porque o c\u00e9rebro n\u00e3o consegue estar em dois estados ao mesmo tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Daqui nasce a pergunta: ser\u00e3o os portugueses ingratos pelo pa\u00eds que t\u00eam? A resposta \u00e9 n\u00e3o. Sentir gratid\u00e3o n\u00e3o depende apenas de termos raz\u00f5es para isso; depende tamb\u00e9m da nossa capacidade de as reconhecer. E essa capacidade diminui quando vivemos em permanente sobressalto, com medo do que pode acontecer amanh\u00e3 e se conseguimos pagar a renda e a escola das crian\u00e7as. H\u00e1 quem esteja grato sem ter motivos s\u00f3lidos para tal, o que torna a gratid\u00e3o oca. E h\u00e1 quem tenha motivos para agradecer, mas n\u00e3o consiga senti-lo, o que n\u00e3o faz dessa pessoa um ingrato. Faz dela algu\u00e9m esmagado pelas suas circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ideal seria este equil\u00edbrio dif\u00edcil: sermos gratos quando o devemos ser e tamb\u00e9m quando n\u00e3o o devemos ser; e n\u00e3o sermos ansiosos, mesmo quando o mundo nos d\u00e1 raz\u00f5es para isso. N\u00e3o se trata de ingenuidade, mas de higiene mental, de sobreviv\u00eancia emocional e de lucidez.<\/p>\n<div class=\"big-fact-m_content__1u2Ul\" style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 24px; color: #33cccc;\" data-darkreader-inline-color=\"\">&#8220;A ansiedade colectiva n\u00e3o \u00e9 apenas um fen\u00f3meno cl\u00ednico. \u00c9 social. Uma comunidade ansiosa \u00e9 mais vulner\u00e1vel a discursos simplistas, solu\u00e7\u00f5es m\u00e1gicas e narrativas de medo. O medo \u00e9 um excelente vendedor de certezas.\u201d<\/span><\/div>\n<div><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porque a ansiedade, apesar de ser um mecanismo natural que nos acompanha desde que existimos como esp\u00e9cie, corr\u00f3i o nosso bem-estar e o pr\u00f3prio tecido da sociedade. Corr\u00f3i a confian\u00e7a, a esperan\u00e7a e a capacidade de pensar com clareza. E quando um pa\u00eds inteiro vive ansioso, torna-se presa f\u00e1cil de discursos de medo, discursos que prometem protec\u00e7\u00e3o, mas oferecem submiss\u00e3o; que prometem ordem, mas alimentam ressentimento; que prometem for\u00e7a, mas cultivam fragilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 tamb\u00e9m neste campo que os meios de comunica\u00e7\u00e3o social t\u00eam uma responsabilidade acrescida. Como todos os outros meios, o Di\u00e1rio de Not\u00edcias tem um papel decisivo na constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais informada e esclarecida, composta por pessoas capazes de decidir pela pr\u00f3pria cabe\u00e7a, tal como estabelece o manifesto publicado na primeira edi\u00e7\u00e3o do nosso jornal, no long\u00ednquo dia 29 de Dezembro de 1864.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com as nossas falhas e limita\u00e7\u00f5es, fazemos o que est\u00e1 ao nosso alcance para cumprir esse prop\u00f3sito e chegar o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel da Verdade. Ao faz\u00ea-lo, contribu\u00edmos para um pa\u00eds menos ansioso, mais consciente e onde cada pessoa tenha a possibilidade de revelar o melhor de si mesma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se a verdade e a raz\u00e3o libertam, o medo aprisiona. E Portugal n\u00e3o precisa de mais pris\u00f5es invis\u00edveis. Precisa de luz. De esperan\u00e7a. De serenidade. De um futuro que n\u00e3o seja visto como amea\u00e7a, mas como possibilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/opiniao-dn\/beira-de-um-ataque-de-nervos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Di\u00e1rio de Not\u00edcias<\/a><br \/>\nFilipe Alves<br \/>\nDirector do Di\u00e1rio de Not\u00edcias<br \/>\n12.06.2026<\/p>\n<p>Visita: <a href=\"https:\/\/www.counter12.com\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.counter12.com\/img-yw2Ca38B07A86YZ3-5.gif\" alt=\"web counter free\" border=\"0\" \/><\/a><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1743\" src=\"https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/pin-portugal-transp.png\" alt=\"\" width=\"147\" height=\"147\" srcset=\"https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/pin-portugal-transp.png 170w, https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/pin-portugal-transp-150x150.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 147px) 100vw, 147px\" \/>\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-1694\" src=\"https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/AO.png\" alt=\"\" width=\"127\" height=\"127\" srcset=\"https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/AO.png 223w, https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/AO-150x150.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 127px) 100vw, 127px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><div class=\"note\"><div class=\"notewarning\">- Neste Blogue, escreve-se em <span style=\"color: #ff0000; --darkreader-inline-color: var(--darkreader-text-ff0000, #ff1a1a);\" data-darkreader-inline-color=\"\"><span style=\"color: #00ff00;\" data-darkreader-inline-color=\"\">Portu<\/span>gu\u00eas<\/span> \ud83c\uddf5\ud83c\uddf9 de Portugal (n\u00e3o adulterado pela coloniza\u00e7\u00e3o do AO).<\/div><\/div><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n<p id=\"pvc_stats_1763\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"1763\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/inforgomes.pt\/social\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1 0 &nbsp; \ud83c\uddf5\ud83c\uddf9\u00a0OPINI\u00c3O Quarenta por cento dos portugueses apresentam sintomas de ansiedade: ins\u00f3nias, aumento da frequ\u00eancia card\u00edaca, tens\u00e3o muscular, tonturas e fadiga. 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