O escudo térmico da cápsula Orion e foi um dos elementos que mais preocupou os engenheiros da NASA após a conclusão da Artemis I em 2022. Os responsáveis pela Artemis II estão confiantes que não representará um risco para o regresso seguro dos astronautas.

A primeira missão tripulada à Lua em mais de 50 anos, a Artemis II, regressa à Terra esta sexta-feira, dia 10, e, mesmo que a Artemis II tenha sobrevoado a face oculta da Lua, a verdade é que a entrada na atmosfera é uma das fases mais críticas e, de certa forma, preocupantes para o controlo de missão e astronautas.
Mas vamos por partes. O processo de entrar na atmosfera levará a tripulação da cápsula Orion fará uma revisão dos procedimentos como a trajectória e até as condições meteorológicas que devem esperar no momento da entrada. O objectivo passa por ter tantos dados e elementos quanto possível para ser possível garantir uma entrada segura na atmosfera do nosso planeta.
A entrada na atmosfera da Terra será feita a uma velocidade de aproximadamente 40 mil km/h, com as temperaturas extremas a também serem um fato visto que se podem aproximar dos 3.000 graus Celsius.
Acontece que estas temperaturas extremas foram um dos factores mais preocupantes para os engenheiros da NASA no período entre a Artemis I (2022) e esta nova missão lunar. Conta a CNN que, no regresso da Artemis I, foram identificadas no escudo térmico da cápsula Orion algumas marcas e fissuras com as quais não estavam a contar.
Notícias ao Minuto
Miguel Patinha Dias
10.04.2026

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published in: 3 semanas ago
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