78: Depois da depressão Cláudia, vem aí o frio. Temperaturas mínimas podem chegar a -4°C

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // PÓS-DEPRESSÃO CLÁUDIA

Arrefecimento “deve-se ao posicionamento do anticiclone a oeste das ilhas Britânicas, que se estende em crista até o arquipélago da Madeira, com transporte de uma massa de ar polar na sua circulação”.

Depois de vários dias em que a depressão Cláudia nos brindou com chuva, vento e agitação marítimo, a partir desta segunda-feira, 17 de Novembro, vai começar-se a sentir gradualmente a descida da temperatura mínima.

A temperatura máxima também vai começar a descer, mas a partir de quarta-feira.

Este arrefecimento “deve-se ao posicionamento do anticiclone a oeste das ilhas Britânicas, que se estende em crista até o arquipélago da Madeira, com transporte de uma massa de ar polar na sua circulação”, explica o IPMA.

Até sexta-feira, “os valores de temperatura mínima poderão descer entre 2 a 4° C por dia, chegando a valores entre 0 e -4° C no interior Norte e Centro, e entre 4 e 7° C no restante território”.

Já a temperatura máxima irá descer entre quarta e quinta-feira, “chegando a valores entre 6 e 10° C no interior e entre 12 e 15° C no litoral no dia 21”.

Prevê-se ainda a formação de gelo ou geada, em especial no interior das regiões Norte e Centro.

Quanto à chuva, só na quinta-feira existe a “possibilidade de ocorrência de aguaceiros fracos no extremo norte, que serão de neve nas serras do extremo Norte”.

Diário de Notícias
David Pereira
17.11.2025

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75: Três mortes e mais de quatro mil ocorrências: o balanço da depressão Cláudia em Portugal até este domingo

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // DEPRESSÃO CLÁUDIA

As sub-regiões mais afectadas foram a Península de Setúbal, a Área Metropolitana do Porto e o Algarve.

Estragos provocados por fenómeno extremo de vento em Albufeira JOÃO MATOS/LUSA

O mau tempo causado pela passagem da depressão Cláudia no continente português provocou 4.017 ocorrências desde quarta-feira, mais de metade delas inundações, atingindo sobretudo as regiões de Setúbal, Porto e Algarve, anunciou este domingo, 16 de Novembro, a Protecção Civil.

Entre as 14:00 de quarta-feira e as 11:00 de domingo, registaram-se um total de 4.017 ocorrências relacionadas com a situação meteorológica adversa causada pela depressão Cláudia, que está a afectar o território do continente português, revelou, num comunicado, a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC).

As sub-regiões mais afectadas foram a Península de Setúbal, com 647 ocorrências, a Área Metropolitana do Porto, com 423 incidentes, e o Algarve, com 586 situações.

Das 4.017 ocorrências, 2.148 referiram-se a inundações, 731 a queda de árvores, 497 a limpeza de vias, 335 a queda de estruturas, 281 a movimentos de massa.

Foram ainda realizados 11 salvamentos aquáticos e 14 salvamentos terrestres.

O mau tempo causou duas vítimas mortais em Fernão Ferro (Seixal), um casal com mais de 80 anos cuja casa ficou inundada, e 32 pessoas foram deslocadas nos concelhos de Abrantes, Salvaterra de Magos, Seixal e Pombal.

Devido a fenómenos extremos de vento forte, uma cidadã britânica, com 85 anos, morreu e duas pessoas ficaram feridas no Camping de Albufeira, no Algarve, concelho onde a queda do tecto do restaurante Edan Resort provocou 20 feridos.

Na resposta a estas ocorrências estiveram empenhados 12.382 operacionais, apoiados por 4.795 veículos, acrescentou a ANEPC.

A autoridade de Protecção Civil recomendou aos cidadãos a adopção de comportamentos preventivos face ao mau tempo, nomeadamente a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais, e a fixação adequada de estruturas soltas, nomeadamente andaimes, placards e outras estruturas suspensas.

A Protecção Civil aconselhou também especial cuidado na circulação e permanência em áreas arborizadas, devido à possibilidade de queda de ramos ou árvores provocada por ventos fortes, e precauções na circulação junto à orla costeira e zonas ribeirinhas, particularmente nas áreas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros.

Por outro lado, desaconselhou actividades relacionadas com o mar, como pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, bem como o estacionamento de veículos junto à orla marítima.

A adopção de uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e prestando especial atenção à eventual formação de lençóis de água nas vias rodoviárias, não atravessar zonas inundadas, e retirar de zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e outros bens para locais seguros, são outros conselhos da ANEPC.

Diário de Notícias
DN/Lusa
16.11.2025

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74: Depressão Cláudia começa a passar. Próxima semana será sem chuva

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // DEPRESSÃO CLÁUDIA

As condições meteorológicas começam finalmente a acalmar, depois de vários dias de chuva e vento intensos que provocaram, no total, três mortes – dois idosos em Fernão Ferro e uma idosa em Albufeira. A madrugada deste domingo foi mais calma por todo o país, com menos efeitos da depressão Cláudia. A Protecção Civil registou 19 ocorrências no total durante esse período, número muito inferior às duas centenas de pedidos de ajuda da madrugada anterior.

As condições meteorológicas começam finalmente a acalmar, depois de vários dias de chuva e vento intensos que provocaram, no total, três mortes – dois idosos em Fernão Ferro e uma idosa em Albufeira.
© Foto: Pedro A. Pina – RTP

Contactada esta manhã pela Antena 1, a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil explicou que a chuva e o vento obrigaram sobretudo à limpeza de vias e à resposta a inundações.

A meteorologia avisa que este domingo ainda vai ficar marcado por aguaceiros fortes, principalmente no litoral norte e centro.

São esperadas trovoadas e fortes rajadas de vento.

O IPMA adiantou por sua vez à Antena 1 que o tempo começa a melhorar na segunda-feira e que a próxima semana diz adeus à chuva, mas vai trazer uma descida das temperaturas.

No sábado, uma pessoa morreu e dezenas ficaram feridas após um fenómeno de vento extremo em Albufeira, no Algarve, que deixou ainda um rasto de destruição. A vítima mortal foi uma idosa britânica de 85 anos.

A Protecção Civil contabilizou centenas de ocorrências, principalmente inundações, queda de árvores e de estruturas, a maioria na Área Metropolitana do Porto e na região do Algarve.

Entre as 00h00 e as 18h00 de sábado foram registadas 815 ocorrências. Mas, se recuarmos até quarta-feira, são quase quatro mil.

RTP
Joana Raposo Santos
16.11.2025

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66: Setúbal e Santarém sob aviso vermelho até às 10h00. Cerca de 16 mil clientes sem luz

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

Acompanhe aqui a situação sobre as consequências do mau tempo devido à passagem da depressão Claudia.

João Manuel Ribeiro (Arquivo)

Circulação de comboios suspensa na Linha do Norte, entre Entroncamento e Santarém, e condicionada na do Alentejo

A circulação de comboios está suspensa entre o Entroncamento e Santarém devido a uma avaria no sistema de sinalização e está condicionada entre Pinhal Novo e Poceirão por causa de um abatimento de piso provocado pelo mau tempo.

Segundo a Infra-estruturas de Portugal, na linha do Norte, a avaria no sistema de sinalização, que impede a comunicação com a linha, obrigou à suspensão de circulação ferroviária entre o Entroncamento e Santarém pelas 07:00.

Na linha do Alentejo, o abatimento de via foi registado cerca das 09:10 levando à suspensão da circulação entre Pinhal Novo e Poceirão durante cerca de 20 minutos. Pelas 09:30, a circulação passou a fazer-se nos dois sentidos, mas apenas numa das vias.

Estão fechadas 14 barras devido à agitação marítima

Devido à agitação marítima, 14 barras marítimas estão fechadas à navegação, de acordo com a informação disponibilizada no site da Autoridade Marítima Portuguesa.

As barras marítimas fechadas são as do Douro, Esposende, Caminha, Vila Praia de Âncora, Póvoa do Varzim, Vila do Conde, portinho da Ericeira, Alvor, Vila Real de Santo António, Faro, Olhão, Quarteira, Tavira e Vilamoura.

Condicionadas à navegação estão as barras de Aveiro, Figueira da Foz, Albufeira e Portimão.

Cerca de 16 mil pessoas ainda sem electricidade em Lisboa, Santarém e Setúbal

Cerca de 16 mil clientes de energia eléctrica estavam sem abastecimento, às 08:30, nos distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal, informou a E-REDES.

Esta situação representa uma melhoria face ao que se registava às 08:00, quando cerca de 20 clientes estavam sem energia, oito mil só no distrito de Setúbal.

Setúbal e Santarém sob aviso vermelho até às 10h00

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu um novo aviso vermelho para o distrito de Santarém, que se junta ao de Setúbal, que estarão em vigor até às 10:00 de hoje devido à chuva.

O IPMA tinha emitido avisos ‘laranja’ até às 09:00 de hoje para os distritos de Viseu, Évora, Porto, Guarda, Faro, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra, Portalegre e Braga devido à chuva forte e persistente, passando depois a amarelo até sábado.

Montijo encerra escolas “por motivos de segurança”

“Por motivos de segurança”, a Câmara do Montijo, em Setúbal (distrito está sob aviso vermelho devido ao mau tempo), informou que “o Agrupamento de Escolas do Montijo, e o Agrupamento de Escolas Poeta Joaquim Serra, a Escola Profissional do Montijo e o Conservatório Regional de Artes do Montijo estarão fechadas no período da manhã”.

Em comunicado, partilhado nas redes sociais, a autarquia apela à população para que “evite deslocações desnecessárias”. “Se sair, redobre a atenção nas zonas de maior risco”, recomenda a Câmara do Montijo.

“Tenha a máxima prudência na circulação. Mantenham-se em segurança e siga as indicações. Não arrisque atravessar zonas alagadas e evite sair de casa se não for urgente”, pede a autarquia.

O distrito de Setúbal está sob aviso vermelho até às 10h00 devido à chuva forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

20 mil sem electricidade em Lisboa, Setúbal e Santarém

Cerca de 20 mil clientes ficaram sem energia nos distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal, segundo um balanço da E-Redes avançado pela Antena 1. De acordo com esta mesma fonte, Setúbal é o distrito mais afectado, com cerca de oito mil clientes sem electricidade.

Protecção civil registou 86 ocorrências entre a meia noite e as 6h00

A Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) registou 86 ocorrências entre as 00:00 e as 06:00 desta quinta-feira, 13 de Novembro, relacionadas com a chuva forte por causa da depressão Claudia, sobretudo inundações.

“Entre as 00:00 e as 06:00 de hoje foram registadas 86 ocorrências, 68 das quais inundações de vias, garagens, caixas de elevador, mas sem causar vítimas nem desalojados”, adiantou à Lusa Pedro Araújo, da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC).

As regiões mais afectadas foram a Grande Lisboa, a Península de Setúbal e o Oeste, disse a fonte, especificando que em Setúbal foram registadas 43 ocorrências, na Grande Lisboa 19 e no Oeste 13.

Das 86 ocorrências registadas, sobretudo entre as 03:00 e as 06:00 de hoje, 68 foram inundações, seis quedas de árvores e quatro movimentos de massa.

“Nestas ocorrências estiveram empenhados 184 operacionais, com o apoio de 56 meios”, disse Pedro Araújo.

Portugal continental e o arquipélago da Madeira estão a ser afectados desde quarta-feira pelos efeitos da depressão Claudia com chuva, vento e agitação marítima fortes, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O IPMA elevou de laranja para vermelho, o mais grave, o aviso de chuva por vezes forte e persistente até às 09:00.

Nos distritos de Viseu, Porto, Guarda, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Braga, o laranja vai estar em vigor até às 09:00, devido à “precipitação, por vezes forte e persistente”.

O aviso para Évora, Beja e Portalegre estende-se até às 12:00. Já Faro encontra-se sob aviso laranja até às 15:00 pelos mesmos motivos.

Faro, Setúbal, Lisboa e Beja estão também sob aviso amarelo até ao fim de semana por causa da agitação marítima, com a possibilidade de “ondas de sudoeste com 04 a 5,5 metros, em especial no barlavento.

O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe “situação meteorológica de risco moderado a elevado, e o amarelo, quando há uma situação de risco para determinadas actividades dependentes da situação meteorológica.

Diário de Notícias
DN/Lusa
13.11.2025

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64: Mau tempo. Da queda de árvores à destruição do telhado de Santa Apolónia, há mais de 220 ocorrências

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

Segundo a Protecção Civil, as ocorrências até às 16h00 referem-se sobretudo a quedas de árvores.

Uma das ocorrências em Lisboa foi a queda de parte do telhado da estação ferroviária de Santa Apolónia.
FOTO: LEONARDO NEGRÃO

Portugal continental registou esta quarta-feira, entre as 00h00 e as 16h00, mais de 220 ocorrências associadas às condições meteorológicas adversas, sobretudo quedas de árvores, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) e o município de Lisboa.

Em declarações à agência Lusa, o comandante da ANEPC, Pedro Araújo, disse que, entre as 00h00 e as 16h00, se registaram um total 202 ocorrências, balanço que não inclui a cidade de Lisboa.

O Serviço Municipal de Protecção Civil de Lisboa (SMPCL) registou entre as 09h00 e as 15h00 um total de 25 ocorrências devido ao mau tempo, pela passagem da depressão Cláudia, com chuva persistente, vento forte e agitação marítima.

Das 25 ocorrências registadas em Lisboa, 15 são de quedas de árvores, quatro de quedas de estruturas, quatro de acidentes rodoviários, uma de queda de revestimento e uma de inundações, indicou à Lusa a directora municipal da Protecção Civil de Lisboa, Margarida Castro Martins, referindo que a maioria das situações foi nas freguesias do Beato, São Vicente, Benfica, Alcântara e Alvalade.

Uma das ocorrências em Lisboa foi a queda de parte do telhado da estação ferroviária de Santa Apolónia, em resultado do vento forte, caindo sobre várias viaturas, não havendo danos pessoais nem tendo sido afectada a circulação de comboios, segundo fonte da Infra-estruturas de Portugal (IP).

Sobre o restante território de Portugal continental, o oficial de operações do comando nacional da ANEPC disse que a maioria das 202 ocorrências registadas ocorreu na região Centro, com 77 situações, Lisboa e Vale do Tejo, com 60, e a região Norte, com 54, referindo que não há informação de qualquer vítima associada às condições meteorológicas adversas.

Por sub-regiões, o comandante Pedro Araújo destacou a Área Metropolitana do Porto, com 24 ocorrências, seguindo-se Coimbra, com 33, e Grande de Lisboa, com 19.

Por tipologia, as ocorrências incidiram, maioritariamente, em quedas de árvores, com 84 situações, quedas de estruturas, com 45, e inundações, com 38, adiantou o responsável da ANEPC.

Quanto aos danos registados, o comandante da Protecção Civil disse que têm a ver sobretudo com elementos de construção temporária e com postos de telecomunicações e de transporte de energia, assim como alguns telhados que foram afectados por fenómenos de vento extremo que ocorreram em algumas localidades, nomeadamente na Grande Lisboa.

Não há registo de pessoas desalojadas na sequência do mau tempo, informou Pedro Araújo, referindo que estas ocorrências estão relacionadas com o vento forte e com a chuva, “que ocorreu em particular da parte da manhã, sensivelmente pela hora de almoço”.

Para socorrer a estas 202 ocorrências, segundo dados da ANEPC, foram mobilizados 680 operacionais e 271 veículos.

Na terça-feira, a Protecção Civil pediu à população que adopte medidas preventivas face às previsões de chuva, vento e agitação marítima para os próximos dias.

Num aviso à população, a ANEPC advertiu que podem ocorrer inundações e deslizamentos de terras, com o agravamento do estado do tempo em Portugal continental, devido à passagem da depressão Cláudia.

Portugal continental e o arquipélago da Madeira estão sob avisos meteorológicos desde terça-feira, por diferentes motivos – agitação marítima, vento ou precipitação -, em distintos períodos entre hoje e sexta-feira.

Diário de Notícias
DN/Lusa
12.11.2025

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62: Protecção Civil alerta para agravamento do estado do tempo

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

Portugal continental e a Madeira estão sob avisos meteorológicos até ao fim do dia de quinta-feira devido a chuva forte, vento com rajadas até 90 quilómetros por hora, e agitação marítima.

Arquivo

A Protecção Civil pediu esta terça-feira, 11 de Novembro, à população que adopte medidas preventivas, face às previsões de chuva, vento e agitação marítima para os próximos dias devido à passagem da depressão Cláudia.

Num aviso à população, a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) advertiu que podem ocorrer inundações em zonas urbanas, cheias potenciadas pelo aumento do caudal dos cursos de água e deslizamentos de terras. Alertou também os condutores para o piso escorregadio devido à possível formação de lençóis de água e para a ocorrência de acidentes na orla costeira.

Face a estas possibilidades, a Protecção Civil apela à adopção de comportamentos preventivos, nomeadamente através da desobstrução dos sistemas de escoamento de águas, fixação de estruturas como andaimes ou placards e cuidado na circulação em zonas arborizadas ou junto da orla costeira. Pede ainda que não se pratiquem actividades relacionadas com o mar, como pesca ou desportos náuticos e que se adopte uma condução defensiva.

Portugal continental e o arquipélago da Madeira estão sob avisos meteorológicos até ao fim do dia de quinta-feira, prevendo-se chuva forte, acompanhada de trovoada em todo o território, vento com rajadas até 90 quilómetros por hora, que nas terras altas podem chegar aos 110 quilómetros. Agitação marítima, com ondas de quatro a quatro metros e meio estão também entre as previsões do IPMA.

Os distritos de Viana do Castelo e Braga estão desde as 15:00 e até às 21:00 de sob aviso amarelo por causa da chuva e depois entre as 06:00 de quarta-feira e as 00:00 de sexta-feira, indica o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O aviso amarelo vai estende-se aos restantes distritos, também devido à chuva, entre as 06:00 de quarta-feira e as 00:00 de sexta-feira.

O IPMA emitiu igualmente aviso amarelo para os distritos do Porto, Guarda, Faro, Setúbal, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Braga na quinta-feira devido à previsão de vento forte com rajadas até 80 quilómetros por hora (km/h), em especial no litoral, sendo de 90 km/h nas serras.

A agitação marítima tem já a amarelo toda a costa continental e até às 15:00 de quarta-feira face à forte ondulação, prevendo-se ondas com 4 a 4,5 metros.

Faro, Setúbal, Lisboa e Beja voltam a estar sob aviso amarelo devido à agitação marítima entre as 03:00 de quinta-feira e as 00:00 de sexta-feira.

A depressão Claudia afecta também a Madeira.

A costa sul e as terras montanhosas da ilha da Madeira vão estar sob aviso laranja por causa da chuva por vezes forte, persistente e com possibilidade de trovoadas entre as 03:00 e as 09:00 de quarta-feira, passando depois a amarelo até quinta-feira.

A costa norte da ilha da Madeira e o Porto Santo já estão a partir das 18:00 de hoje e até quinta-feira a amarelo por causa da chuva forte.

O arquipélago da Madeira vai estar também sob aviso amarelo devido ao vento forte com rajadas até 75 km/h, podendo atingir os 95 km/h nas regiões montanhosas entre quarta e sexta-feira.

O IPMA emitiu também aviso amarelo para a costa norte, Porto Santo e costa sul da Madeira por causa da agitação marítima na quinta e sexta-feira.

Diário de Notícias
Sofia Fonseca, Agência Lusa
11.11.2025

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59: Depressão Claudia vai trazer vento, chuva e agitação marítima até ao fim de semana

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PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

IPMA prevê ocorrência de períodos de chuva persistente e por vezes forte, em especial nos dias 12 e 13, acompanhada de trovoada.

JOSÉ COELHO/LUSA

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê dias de vento, chuva e agitação marítima até ao fim de semana devido à depressão Claudia, que se deverá começar a fazer sentir no Minho no final de terça-feira.

Num comunicado divulgado esta segunda-feira, o IPMA diz que a depressão vai estender-se depois às restantes regiões do continente.

Os efeitos da depressão, inicialmente com a aproximação do sistema frontal associado, vão fazer-se sentir em Portugal continental, “a partir do final de dia 11 no Minho, estendendo-se gradualmente às restantes regiões do continente ao longo do dia 12, e nos dias seguintes, através da passagem de sucessivas linhas de instabilidade, pelo menos até ao fim de semana”, avançou o IPMA.

“Assim, prevê-se ocorrência de períodos de chuva persistente e por vezes forte, em especial nos dias 12 e 13, acompanhada de trovoada. A partir da tarde de dia 13, a precipitação ocorrerá maioritariamente em regime de aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoada”, lê-se na nota.

Segundo o IPMA, “os maiores acumulados de precipitação deverão registar-se no litoral Norte e Centro e nas regiões montanhosas, podendo até domingo” superar “em alguns locais os 150 mm”.

O vento irá intensificar-se do quadrante sul, a partir de terça-feira, “com rajadas até 70 km/h no Minho, que se irão estender ao restante litoral oeste no dia 12, e até 80 km/h nas terras altas”.

O pico de intensidade do vento prevê-se que seja atingido na quinta-feira”, com rajadas que “poderão atingir valores da ordem de 90 km/h no litoral e da ordem de 120 km/h nas terras altas”.

Adicionalmente, prevêem-se ondas de sudoeste com três a quatro metros, temporariamente com quatro a cinco metros na quinta-feira, “afectando partes da costa habitualmente mais abrigadas, como por exemplo a costa sul do Algarve ou da região da Arrábida”, no distrito de Setúbal.

O IPMA referiu que, devido a esta situação, serão emitidos “avisos meteorológicos ao longo da semana, nomeadamente de precipitação, trovoada, rajada e agitação marítima”, aconselhando-se para o acompanhamento das suas actualizações.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a depressão Claudia, com expressão em altitude, deverá inserir-se “numa vasta região depressionária complexa sobre o Atlântico Norte e que se prevê ficar quase estacionária até ao fim de semana”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
10.11.2025

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