379: Vem aí um mês de chuva a menos e calor a mais: O que esperar?

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA

Boletim de previsão mensal do IPMA para o período entre 20 de abril e 17 de Maio dá conta de que Portugal continental irá ter valores de precipitação total semanal abaixo do normal e valores de temperatura média semanal acima do normal.

Lisboa, Bom tempo, Calor,
© Luis Boza/NurPhoto via Getty Images

As próximas quatro semanas trarão valores de precipitação total semanal abaixo do normal e valores de temperatura média semanal acima do normal, anunciou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De acordo com o boletim de previsão mensal para o período entre 20 de Abril e 17 de Maio deste ano, espera-se, até ao próximo domingo, valores de precipitação abaixo do normal para todo o território continental (-30 mm a -1 mm). Já quanto a temperaturas, prevêem-se valores acima do normal em todo o território (+0.5°C e +3°C), principalmente no interior (+1.5°C e +3°C).

A partir de domingo e até ao próximo dia 3 de Maio, não se esperam anomalias significativas no que toca à chuva, mas esperam-se valores de temperatura acima do normal para quase todo o território, excepto no Algarve (+0.5°C e +3°C).

Já na semana entre os dias 4 e 10 de Maio, conte com valores de precipitação abaixo do normal no Alentejo e Algarve (-10 mm a -1 mm) e valores de temperatura acima do normal no interior (+0.5°C e +1.5°C).

Por fim, na última semana analisada, entre os dias 11 e 17 de Maio, o IPMA não prevê anomalias estatisticamente significativas no que diz respeito à chuva, mas prevê valores de temperatura acima do normal no interior (+0.5°C e +1.5°C).

“A previsão alargada apresenta cenários em termos probabilísticos”, refere o IPMA, no boletim. “A sua utilização deve ser feita com reservas, para a segunda e em especial para as terceira e quarta semanas.”

Notícias ao Minuto
24.04.2026

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365: Ordem dos Psicólogos reforça repúdio a abusos após polémica com TVI

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🇵🇹 PORTUGAL // ORDEM DOS PSICÓLOGOS // TVI

A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) frisou, no sábado, que “a sociedade como um todo tem de ser totalmente clara no repúdio ao abuso sexual e na educação para a responsabilidade, o consentimento e a empatia”, tendo recordado já ter vários recursos com “recomendações específicas para a relação dos psicólogos com os meios de comunicação”, no rescaldo da polémica com a TVI.

A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) respondeu, no sábado, à carta aberta “A violação não é matéria de opinião”, tendo não só recordado que já disponibilizou “recomendações específicas para a relação dos psicólogos com os meios de comunicação”, mas também que “a sociedade como um todo tem de ser totalmente clara no repúdio ao abuso sexual e na educação para a responsabilidade, o consentimento e a empatia”.

Assinado por mais de 100 personalidades, o documento divulgado na sexta-feira surgiu após as declarações da apresentadora da TVI Cristina Ferreira e da psicóloga Inês Balinha Carlos, no programa Dois às 10 do dia 14 de Abril, no qual foi abordado o início do julgamento do caso de uma jovem de 16 anos que terá sido violada por quatro influencers.

“Porque nós temos de falar disto. Porque é assim: mesmo que ela tenha dito para parar, quando são quatro que estão naquela adrenalina de estar a fazer sexo com uma rapariga, alguém ouve? Claro que tem de ouvir, mas alguém entende aquele: ‘Não quero mais'”, questionou Cristina Ferreira, o que deu azo a duras críticas e motivou mais de três mil queixas à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), uma das quais assinada pelos pais da vítima.

Os signatários da carta manifestaram, assim, “o mais absoluto repúdio pelo teor e pelo tom do debate“, argumentando que “tertúlias televisivas sobre criminalidade tendem a trivializar os casos de violência, dissecando histórias de vida como se personagens de novela se tratassem, sem reflectirem nos impactos que as palavras ditas na TV têm nas pessoas que sofreram a violência comentada”.

Apelaram, por isso, a que a OPP emitisse “directrizes claras sobre esta matéria” e reforçasse “a necessidade de especialização para todas/os as/os profissionais que atendem e acompanham vítimas de violência sexual“, já que “a não especialização compromete as vítimas-sobreviventes”.

Há recomendações desde Agosto de 2022

Na resposta divulgada no sábado, o organismo frisou que “um ato sexual não consentido é abuso sexual” e que “obrigar alguém a assistir a actividades de cariz sexual sem o seu consentimento também é abuso sexual”. Aclarou, de igual modo, que “valoriza e acolhe iniciativas que promovam uma melhor informação e literacia em temas da Psicologia, como a carta aberta ‘A violação não é matéria de opinião’”, mas ressalvou que, em Agosto de 2022, “foram disponibilizadas recomendações específicas para a relação dos psicólogos com os meios de comunicação“.

Entre elas, a Ordem concedeu destaque à consideração pelos “princípios da competência específica, privacidade e confidencialidade, respeito pela dignidade da pessoa, integridade, beneficência e não maleficência”, apontando que, “quando fazem declarações públicas, os psicólogos devem observar o princípio do rigor e da independência, abstendo-se de fazer declarações falsas ou sem fundamentação científica”.

“Devem relatar os factos de forma criteriosa com base em fundamentação científica adequada, utilizando o direito de rectificação, sem suprimir as posições críticas e permitindo a existência do contraditório”, complementou, aconselhando a que estes profissionais limitem “as suas declarações públicas apenas a temas para os quais têm conhecimento ou experiência relevantes“.

A par disto, a entidade sublinhou que “os psicólogos reconhecem o impacto das suas declarações junto do público, em função da credibilidade da ciência que representam”, o que “aumenta a sua responsabilidade em relação às suas afirmações, uma vez que representam uma classe profissional”.

Nessa linha, a OPP lembrou que o código deontológico deixa claro que “os psicólogos têm como obrigação exercer a sua actividade de acordo com os pressupostos técnicos e científicos da profissão, a partir de uma formação pessoal adequada e de uma constante actualização profissional”, sob pena de acrescer “a possibilidade de prejudicar o cliente e de contribuir para o descrédito da profissão“.

“A sociedade como um todo tem de ser totalmente clara no repúdio ao abuso sexual”

Na mesma nota, a bastonária da instituição, Sofia Ramalho, vincou que, “em qualquer caso de violência sexual, sobretudo quando está envolvido uma menor, há o dever de rigor, de protecção, de linguagem correta e científica e de responsabilidade pública e colectiva”, defendendo “o papel dos media e dos profissionais de saúde mental [enquanto] parte da resposta social à violência contra mulheres e raparigas, e não amplificar as polémicas“.

“Temos espaço para uma melhoria concreta e uma correcção estrutural. O país precisa de discutir consentimento, responsabilidade, prevenção e protecção. É necessário um plano nacional de combate ao abuso sexual, incluindo o abuso sexual infantil, que integre educação sexual nas escolas, por profissionais devidamente qualificados e com competência específica, educação para os media, literacia em saúde e literacia mediática.

Precisamos também de protocolos de actuação integrados para escolas, serviços de saúde e comunitários, bem como para estruturas judiciais e media. […] A sociedade como um todo tem de ser totalmente clara no repúdio ao abuso sexual e na educação para a responsabilidade, o consentimento e a empatia“, acrescentou.

A OPP recordou ainda ter um guia para os meios de comunicação sobre a abordagem de temas sensíveis, incluindo a violência sexual, além de disponibilizar e promover recursos de literacia com orientações para a prática dos profissionais e destinados à população, como é o caso do documento “Vamos Falar Sobre Abuso Sexual“, de Julho de 2023.

Oferece, além disso, formação contínua especializada na área da violência sexual e na área da violência doméstica, colaborando também com “a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género no desenvolvimento de programas e acções inter-sectoriais articuladas, e na formação especializada de psicólogos no âmbito das respostas de apoio psicológico”, no que diz respeito à violência interpessoal.

Notícias ao Minuto
Cristina Ferreira
19.04.2026

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345: Há duas greves no metro este mês: a 1.ª é amanhã e sem serviços mínimos

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🇵🇹 PORTUGAL // LISBOA // METRO // GREVE

Foram marcadas duas paralisações de 24 horas pelos trabalhadores do Metro de Lisboa: uma já esta quinta-feira e outra para a próxima terça-feira, sendo que não foram decretados serviços mínimos.

Atenção, passageiros: Há dois dias de greve no Metro de Lisboa este mês
© Shutterstock

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa vão cumprir dois dias de greve este mês, sendo que o primeiro é já esta quinta-feira, dia 9 de Abril. Segue-se uma nova paralisação no dia 14 de Abril.

Não foram decretados serviços mínimos para as duas paralisações de 24 horas, pelo que se esperam constrangimentos na circulação das carruagens, de acordo com a decisão do Tribunal Arbitral.

“Em conformidade com o exposto, este TA decide, por unanimidade: Não fixar serviços mínimos para os trabalhadores abrangidos pelo pré-aviso de greve; Determinar a prestação dos serviços adequados à segurança e à manutenção do equipamento e das instalações, nos seguintes termos: três trabalhadores ao Posto de Comando Central (preferencialmente, um Inspector de Movimento, um Encarregado de Movimento e um Encarregado da Sala de Comando e de Energia), devidamente identificados pelos sindicatos (nome e número de ML)”, pode ler-se no site do Conselho Económico e Social.

“No caso em apreço, trata-se de uma greve que irá ser realizada por alguns trabalhadores do Metro, em gerał quadros e trabalhadores com funções de chefia (em número, segundo se apurou, de cerca de seis dezenas), sendo que este tribunal não ignora que a paralisação da circulação do Metro, nos dias 9 e 14 de Abril, irá afectar dezenas ou até algumas centenas de milhares de cidadãos, utentes regulares do Metro.

Parece, assim, haver alguma desproporção entre o sacrifício suportado pelas escassas dezenas de grevistas (perda do salário) e sérios transtornos, de vária ordem, causados a muitos milhares de cidadão com a greve em causa”, pode ler-se ainda na decisão do TA.

É ainda explicado que, “face aos dados de facto que nos foram apresentados, julgamos que, apesar da inegável penosidade que a greve acarreta para os utentes regulares do Metro de Lisboa, não se acham preenchidos os pressupostos indispensáveis para a fixação de serviços mínimos, impondo-se apenas o cumprimento da obrigação de segurança, nos termos do artigo 537.°, n.º 3, do Código do Trabalho”.

A notícia, refira-se, foi avançada pela RTP, que confirmou a informação junto da Fectrans. O Metropolitano de Lisboa ainda não publicou qualquer informação sobre este assunto.

Metro de Lisboa admite falhas “críticas” em escadas e elevadores

O Metropolitano de Lisboa admitiu na semana passada que a manutenção das escadas rolantes e dos elevadores é “bastante crítica” e lembrou que, durante cinco anos, registou-se um aumento da taxa de avarias sem que nenhuma solução tivesse sido encontrada.

Ouvida na comissão de Infra-estruturas, Mobilidade e Habitação da Assembleia da República, a requerimento do Chega, sobre a “nova Linha Violeta”, a presidente do conselho de administração do Metropolitano de Lisboa, Cristina Vaz Tomé, disse que quando assumiu funções, há cerca de três meses, analisou a evolução dos problemas com os elevadores e as escadas rolantes, dando conta de um aumento dos problemas.

“Em 2019, a taxa de avaria das escadas rolantes e elevadores era semelhante, 4%. Em 2024, andava à volta de 14% para as escadas rolantes e 24% para os elevadores. Portanto, tiveram [anterior administração] cinco anos a ver o aumento das taxas de avaria aumentar e ninguém fez nada”, afirmou.

A responsável acrescentou que a solução poderá não passar por externalizar os contratos de manutenção, já que “umas vezes funciona, outras não funciona”, mas por modelos mistos.

[Notícia actualizada às 10h26]

Notícias ao Minuto
08.04.2026

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328: Finalmente, primavera! Semana terá temperaturas a chegar aos 24ºC

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // PRIMAVERA

Apesar de ter começado com chuva, a primavera parece finalmente trazer até Portugal dias amenos, com os termómetros a chegarem aos 24ºC em vários distritos. O bom tempo deve continuar nos próximos dias, com céu pouco nublado e temperaturas agradáveis.

Primavera, sol, bom tempo, Lisboa
© Shutterstock

A primavera parece mesmo ter chegado. Depois de um primeiro dia com chuva, o bom tempo veio para ficar, pelo menos durante alguns dias.

Para esta segunda-feira, 23 de Março, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê céu pouco nublado na maioria do país, com os termómetros a chegarem aos 24ºC de máxima em Braga, Leiria e Santarém e aos 23ºC em Setúbal e Évora. No Porto, Lisboa e Faro, as temperaturas vão subir até aos 22ºC.

Os meteorologistas prevêem chuva apenas para Sagres, Faro e para o arquipélago da Madeira que, inclusive, está em alerta amarelo devido à precipitação.

Amanhã, terça-feira, 24 de Março, não deverá chover em Portugal. Todo o país está a verde, com céu parcialmente nublado nos Açores e na Madeira e pouco nublado na maioria dos distritos de Portugal continental. Em Aveiro e Coimbra o céu vai estar nublado por nuvens altas e em Faro o céu vai estar limpo, com o sol a brilhar sem nuvens.

Leiria deverá ser o distrito mais quente com 24ºC de máxima, seguindo-se de Braga e Santarém, com 23ºC, e de Coimbra, Lisboa e Setúbal com 22ºC. No Porto e em Faro os termómetros devem subir até aos 21ºC.

Cenário idêntico espera-se para quarta-feira, 25 de Março. Para esse dia o IPMA também não prevê chuva, apenas céu nublado. Nos Açores parcialmente nublado, na Madeira, Norte e parte do Centro pouco nublado e no Sul, assim como em Lisboa nublado por nuvens altas.

As temperaturas também deverão ser semelhantes aos dias anteriores: 24ºC de máxima em Braga, Santarém e Setúbal. 23ºC em Lisboa e Évora e 22ºC em Viana do Castelo, Viseu, Castelo Branco, Beja, Sagres e Faro. No Porto espera-se que os termómetros cheguem aos 21ºC de máxima.

Apesar das previsões para o resto da semana não serem tão fidedignas, tudo indica que os dias continuem amenos pelo menos até dia 28 de Março.

De notar que, embora se registe uma subida das temperaturas durante o dia, à noite estão previstas noites frescas, algo tipicamente primaveril.

Notícias ao Minuto
Natacha Nunes Costa
23.03.2026

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313: Olá, horário de verão! Não esqueça que hora muda este mês: Quando? Como?

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🇵🇹 PORTUGAL // HORÁRIO DE VERÃO ⌚

Como habitual, a hora muda no último domingo do mês de Março o que, este ano, ‘calha’ no dia 29. Vem aí o horário de verão!

Já tem os relógios a postos? Já ouve o tiquetaque? Está a chegar a data em que mudamos novamente a hora – desta vez para o horário de verão!

Como habitual, a hora muda no último domingo do mês de Março o que, este ano, ‘calha’ no dia 29. Assim, nessa madrugada, em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, os relógios vão avançar uma hora quando for 01h00, passando a ser 02h00.

Já nos Açores, a alteração será feita às 00h00, mudando para a 01h00.

No entanto, recorde-se, na madrugada de 25 de Outubro a hora voltará a mudar, regressando ao horário de inverno.

O actual regime de mudança da hora é regulado por uma directiva (lei comunitária) de 2000, que prevê que, todos os anos os relógios, sejam, respectivamente, adiantados e atrasados uma hora no último domingo de Março e no último domingo de Outubro, marcando o início e o fim da hora de verão.

Comece já a preparar o corpo para a mudança da hora

A mudança ocorre no dia 29, mas o melhor é começar já a preparar-se e a adaptar o corpo para as mudanças que se adivinham. Leia este artigo e fique a par do que poderá começar a fazer.

Notícias ao Minuto
14.03.2026

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310: Seis distritos sob aviso na sexta e no sábado devido à agitação marítima

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

Seis distritos de Portugal continental vão estar na sexta-feira e no sábado sob aviso amarelo devido à previsão de agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

© Global Imagens

O aviso para os distritos do Porto, Viana do Castelo, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vai vigorar entre as 21h00 de sexta-feira e as 18h00 de sábado, face à previsão de ondas de noroeste com 04 a 05 metros.

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas actividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA prevê para hoje no continente céu em geral pouco nublado, com nebulosidade matinal no litoral norte e centro, vento em geral fraco, neblina ou nevoeiro matinal, acentuado arrefecimento nocturno e pequena subida de temperatura.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 04 graus Celsius (em Bragança) e os 10 (em Lisboa e Portalegre) e as máximas entre os 15 (na Guarda, Porto, Aveiro e Viana do Castelo) e os 21 (em Lisboa, Santarém, Setúbal, Évora e Faro).

Notícias ao Minuto
Lusa
12.03.2026

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284: Bom tempo tem os dias contados. Vem aí a gota fria: O que é? E que fará?

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // TEMPO

À excepção de sexta-feira, dia 27, o tempo deverá continuar estável e seco até domingo. Contudo, o início de Março poderá marcar o regresso dos aguaceiros, trovoada e granizo a Portugal continental.

Depois de uma segunda quinzena de Fevereiro em que, regra geral, a chuva deu tréguas e até houve temperaturas acima da média para a época, o cenário parece estar prestes a mudar novamente. A primeira semana de Março será de chuva e descida das temperaturas devido à formação de uma gota fria. Mas o que é que isto significa?

A aproximação de uma depressão em altitude, também denominada gota fria ou DANA (em castelhano), vai provocar uma mudança do estado do tempo em Portugal continental, a partir do início da próxima semana.

De acordo com o Meteored Portugal, contudo, as depressões isoladas em altitude “são conhecidas pela sua trajectória errática, o que torna muito difícil prever com precisão a distribuição geográfica e intensidade da precipitação convectiva e de carácter irregular que geralmente lhes está associada”.

Ou seja, é muito difícil prever, para já, a chuva acumulada. Neste momento, os mapas insistem que poderá chover em qualquer zona do território de Portugal continental, com acumulações entre 5 mm e 20 mm.

É, aliás, “muito provável que, por causa da trajectória deste centro de baixas pressões, os valores de chuva acumulada se alterem várias vezes nas próximas actualizações do modelo Europeu”, conforme detalha o comunicado da Meteored sobre os possíveis efeitos da gota fria no tempo em Portugal.

Ainda assim, de momento, os mapas sugerem que as áreas potencialmente mais afectadas seriam, com valores a rondar os 20 mm de precipitação acumulada: Região Norte (excepto distrito de Bragança), Grande Lisboa, Península de Setúbal, Beira Alta, Beira Baixa e toda a zona fronteiriça do Alentejo com Espanha.

De acordo com o geógrafo e especialista Alfredo Graça, a partir do final da madrugada ou início da manhã de segunda-feira, dia 2 de Março, prevê-se que uma frente fria associada a uma depressão atlântica situada a noroeste das Ilhas Britânicas, entre pelo litoral Norte e Centro de Portugal continental, espalhe precipitação gradualmente para as restantes regiões do país.

A interacção entre a frente fria associada à referida depressão atlântica, uma massa de ar mais frio de origem polar em altitude e a presença prévia de ar mais quente e húmido a sul, favorecerá o aprofundamento de um centro de baixas pressões que poderá evoluir para uma gota fria.

Ora, isso vai significar a predominância de aguaceiros, trovoadas e granizo durante segunda e terça-feira, dias 2 e 3 de Março. Inicialmente, “a precipitação em Portugal continental será gerada pela frente fria, mas posteriormente dever-se-á à depressão isolada em altitude”, refere a mesma nota.

Segundo a previsão actual do modelo europeu, a gota fria só se deverá começar a formar no período entre o fim da tarde de segunda e a meia-noite de terça-feira, “quando o sistema evoluir para uma depressão que se desligará da circulação principal, isolando-se em altitude na sua deslocação para sul, e com o seu centro a posicionar-se entre a Península Ibérica e Marrocos”.

E até lá?

Até à próxima segunda-feira, o tempo deverá continuar estável e seco, com excepção de sexta-feira, dia 27. Se é facto que as temperaturas diurnas têm sido bastante agradáveis por estes dias, espera-se uma descida significativa das mesmas entre hoje e amanhã.

Em causa está a aproximação de uma massa de ar polar, que irá contribuir para a descida dos termómetros em praticamente todo o continente.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), além do acentuado arrefecimento nocturno (que também tem marcado esta última semana), haverá uma descida da temperatura máxima, em especial nas regiões Norte e Centro.

Em Lisboa, as temperaturas deverão variar entre os 10 e os 17 graus na sexta-feira, enquanto hoje chegaram aos 22. Também no Porto a máxima esperada desce de 17 para 15 graus. Só Faro mantém o cenário de hoje: as temperaturas vão variar entre os 10 e os 23 graus na sexta-feira.

No sábado, deverá registar-se novamente uma pequena subida da temperatura máxima no Norte e Centro.

Notícias ao Minuto
26.02.2026

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191: Ao minuto: Decretado estado de calamidade; o que está em causa?

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🇵🇹 PORTUGAL // ESTADO DE CALAMIDADE

A depressão Kristin, que assolou o país na madrugada e manhã de quarta-feira, 28 de Janeiro, provocou danos devastadores em algumas regiões do país.

Lisboa, Kristin
© Horacio Villalobos#Corbis/Getty Images

Os distritos mais afectados foram Leiria e Coimbra, onde os autarcas pedem que o Governo decrete estado de calamidade.

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, “não excluí nada” mas, para já, não quer “tomar medidas sem a devida fundamentação”.

Enquanto isso, milhares de pessoas continuam incontactáveis, sem comunicações, sem luz e sem água. Além dos danos em estruturas, estradas e veículos, seis pessoas terão morrido devido ao mau tempo, apesar da Protecção Civil ainda só ter confirmado quatro.

Notícias ao Minuto
Natacha Nunes Costa
29.01.2026

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Neve e ondulação colocam 15 distritos de Portugal continental a ‘amarelo’

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

Quinze distritos estão actualmente sob aviso amarelo devido à previsão de neve e agitação marítima por vezes forte, avançou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

© Lusa

O aviso amarelo está em vigor até às 18h00 em Bragança, Viseu, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Castelo Branco e Braga, devido à queda de neve acima dos mil metros de altura, com acumulação até 20 centímetros nos pontos mais altos da Serra da Estrela.

O comunicado alerta para a possibilidade de perturbações causadas pela acumulação de neve e possível formação de gelo, incluindo vias condicionadas ou interditas, danos em estruturas ou árvores e abastecimentos locais prejudicados.

Por outro lado, devido à forte ondulação, o litoral dos distritos do Porto, Faro, Setúbal, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Aveiro, Coimbra e Braga estão com aviso amarelo, prevendo-se ondas de noroeste com quatro a cinco metros de altura.

O aviso amarelo devido ao estado do mar estará em vigor até à madrugada de domingo.

No entanto, nos distritos do Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga, o alerta será elevado para o nível laranja a partir das 21h00 de hoje e até ao meio-dia de sábado, prevendo-se ondas de noroeste que podem atingir 10 metros de altura.

O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe “situação meteorológica de risco moderado a elevado”, e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas actividades dependentes da situação meteorológica.

Notícias ao Minuto
16.01.2026
Lusa

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158: Ar polar da Gronelândia chega a Portugal na 6ª. feira. Pode trazer neve

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // NEVE

Vem aí uma descida das temperaturas e “não se exclui a possibilidade de queda de neve e a formação de gelo e geada.” Conheça as previsões da Meteored Portugal para o que resta da semana (e para o fim de semana).

Vários distritos hoje sob aviso. Há previsões de chuva forte e neve

“Na sexta-feira [dia 16 de Janeiro], uma massa de ar polar proveniente da Gronelândia poderá intensificar o frio em Portugal continental”. Esta é a previsão de Alfredo Graça, geógrafo e especialista da Meteored Portugal (tempo.pt), que revela também que, “além da descida das temperaturas, não se exclui a possibilidade de queda de neve e a formação de gelo e geada.”

Esta semana, o continente será “condicionado, numa primeira, fase pela chuva gerada por frentes atlânticas e rios atmosféricos e, posteriormente, pela chegada de ar frio proveniente da Gronelândia”, é descrito num comunicado enviado ao Notícias ao Minuto.

Entre quarta e quinta-feira, a Meteored Portugal salienta que ocorrerá uma “descida gradual da temperatura”, mas que será “a partir de sexta-feira que a chegada desta massa de ar muito frio se fará sentir, intensificando o arrefecimento das temperaturas.” Assim, o continente terá “um ambiente puramente invernoso e com valores térmicos bem abaixo da média para a época”, com a possibilidade de “o frio persistir durante o fim de semana”.

Dia 16 de Janeiro, “nas terras montanhosas do Alto Minho, Alto Tâmega e Cávado, no Nordeste Transmontano, na Beira Alta, e ainda em algumas zonas da Beira Baixa e do interior Alentejano, as temperaturas diurnas situar-se-ão em valores típicos de situações de inverno rigoroso, algo que será reforçado por uma sensação térmica baixa”.

Vários distritos hoje sob aviso. Há previsões de chuva forte e neve

Vários distritos de Portugal continental vão estar hoje sob aviso amarelo devido à previsão de chuva por vezes forte e queda de neve, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Lusa | 08:43 – 13/01/2026

E no fim de semana?

Para sábado, dia 17 de Janeiro, de acordo com as previsões da Meteored Portugal, poderá esperar-se “uma descida acentuada e generalizada das temperaturas, com máximas que não deverão ultrapassar os 11-13°C, mesmo nas zonas habitualmente mais temperadas, como é o caso do Litoral”.

Já o domingo, dia 18, “manterá a tendência para valores globalmente frios, maioritariamente entre 10 e 12 °C”, mas “com registos mais baixos em várias zonas do interior, nas áreas de montanha e em cidades como a Guarda (5ºC)”.

Notícias ao Minuto
13.01.2026

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