351: Grandes inundações, incêndios e não só: vem aí um super El Niño

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METEOROLOGIA // SUPER EL NIÑO

Prepare-se para ouvir muito mais sobre o El Niño nos próximos meses – e talvez até durante mais tempo – à medida que o infame ciclo climático regressa, desenvolvendo-se e intensificando-se no Oceano Pacífico, junto ao equador. Se se formar como previsto, este El Niño irá redesenhar os mapas climáticos globais, provocando inundações em algumas regiões e secas e incêndios florestais noutras – tudo isto enquanto acelera o ritmo do aquecimento global.

Pessoas reúnem-se para assistir ao pôr do sol na praia de Windansea, em La Jolla, durante uma onda de calor de inverno, a 31 de Janeiro, em San Diego, na Califórnia. Um Super El Niño também pode resultar em calor recorde no próximo inverno
(Kevin Carter/Getty Images)

Há indícios crescentes de que um El Niño não só está iminente – a chegar no final do verão ou no início do outono – como também pode ser significativo.

Na verdade, este poderia até ser classificado como um “Super El Niño”, o que aumentaria significativamente os impactos sentidos em todo o mundo. El Niños tão intensos são raros.

Para que um El Niño seja declarado, em geral, as temperaturas oceânicas numa determinada região do Pacífico tropical devem estar 0,5 graus Celsius acima da média de longo prazo. Um Super El Niño, por outro lado, ocorre quando as temperaturas estão mais de 2 graus Celsius acima da média. Alguns modelos computacionais geralmente fiáveis, como o conjunto de modelos europeus, estão a projectar exactamente este resultado para esta vez.

Os fenómenos mais temidos

El Niño e La Niña, nomes que se traduzem como “o Menino” e “a Menina”, são ciclos climáticos recorrentes no Oceano Pacífico tropical que ocorrem a cada poucos anos e podem ter efeitos profundos nos padrões climáticos globais. No caso do El Niño, o ciclo pode trazer tanto inundações como secas a diferentes partes de África, contribuir para as tempestades de inverno na costa oeste dos EUA e levar a extremos de calor mais frequentes em todo o mundo.

O El Niño é caracterizado por águas excepcionalmente quentes ao longo do Oceano Pacífico tropical equatorial e por uma série de alterações relacionadas nos padrões de ventos e precipitação na atmosfera. É um fenómeno denominado acoplado, o que significa que, para ocorrer um El Niño, tanto o oceano como a atmosfera têm de estar a interagir de formas características.

Mapa das diferenças de temperatura oceânica em relação ao normal durante um El Niño forte. As cores vermelhas indicam que a água do oceano está mais quente do que o normal; o azul indica que está mais fria
(NOAA)

A atmosfera tende a reagir às águas mais quentes deslocando as áreas de precipitação intensa para mais perto da região quente do oceano. Os ventos alísios, que normalmente sopram de leste para oeste perto do equador, podem enfraquecer e inverter a sua direcção. Estas mudanças são significativas o suficiente para afectar o clima em todo o mundo, como uma série de dominós que caem.

Neste momento, enormes volumes de água excepcionalmente quente estão a espalhar-se sob a superfície do oceano, desde o Pacífico tropical ocidental até ao oriental, onde esta água sobe lentamente à superfície, num claro precursor do El Niño. Áreas periódicas de vento a soprar de oeste para este têm ajudado a transportar esta água, em fenómenos conhecidos como rajadas de vento oeste.

Embora o El Niño e a La Niña, o fenómeno mais frio do El Niño, sejam fascinantes do ponto de vista meteorológico, preocupamo-nos com eles devido às formas como podem afectar os eventos climáticos extremos em todo o mundo. Na verdade, podem causar prejuízos de milhares de milhões de dólares, e um El Niño mais forte tornaria provavelmente os impactos habituais ainda mais severos.

Identificar a formação de um El Niño e prever a sua evolução “dá-nos um aviso prévio sobre as mudanças nos riscos de muitos fenómenos climáticos, incluindo inundações, secas, ondas de calor, furacões e tempestades severas”, explica Nat Johnson, meteorologista do Laboratório de Dinâmica de Fluidos Geofísicos da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA). “Estes impactos climáticos e meteorológicos modificam a produção agrícola, a propagação de doenças, o branqueamento de corais, a pesca e muitas outras partes do sistema terrestre que afectam o nosso dia a dia.”

Ainda há muita incerteza em relação ao próximo El Niño, incluindo uma variedade de previsões, especialmente em relação à intensidade, acrescenta Johnson. Para complicar ainda mais as coisas, as projecções dos modelos computacionais feitas durante a primavera tendem a ter uma precisão inferior às projecções feitas noutras alturas do ano, um fenómeno conhecido como barreira de previsão da primavera.

As pessoas enchem a praia de Baker, perto da Golden Gate, em São Francisco, na Califórnia, a 16 de Março, devido a um alerta de calor
(Tayfun Coskun/Anadolu/Getty Images)

Quente e mais quente

Nos EUA, o El Niño tende a atingir o seu pico durante os meses de inverno, quando pode enviar uma série de tempestades para partes da Califórnia e ao longo da faixa sul dos EUA, trazendo o risco de inundações.

Também pode acelerar os ventos na alta atmosfera sobre o Oceano Atlântico tropical durante o outono. Isto provoca um aumento do cisalhamento do vento, o que pode desfazer tempestades tropicais e furacões em formação – prejudicando a época dos furacões no Atlântico.

Além disso, os El Niños fortes também foram associados a ondas de calor nos EUA e noutras partes do mundo.

Globalmente, o El Niño é conhecido por aumentar as probabilidades de secas e ondas de calor na Austrália, onde também pode elevar os riscos de incêndios florestais. Outras áreas propensas à seca durante o El Niño incluem o norte da América do Sul (incluindo partes da floresta da Amazónia), a África central e meridional e a Índia. O El Niño pode também causar chuvas em excesso, com áreas propensas a inundações fora dos EUA, incluindo o sudeste da América do Sul, o corno de África, o Irão, o Afeganistão e outras partes da Ásia centro-sul.

Em termos climáticos, o El Niño tende a libertar enormes quantidades de calor armazenado nos oceanos de volta para a atmosfera, elevando as temperaturas médias globais à superfície. Se um El Niño forte se formar e persistir durante o inverno, é quase certo que 2026, 2027 ou ambos os anos estabelecerão novos recordes de ano mais quente desde que os dados instrumentais começaram a ser recolhidos no século XIX.

O planeta já está a aquecer a um ritmo acelerado, e um El Niño intenso aceleraria ainda mais este processo, pelo menos durante alguns anos. Se compararmos as alterações climáticas a subir uma escada rolante, com alguns anos mais quentes do que outros, um ano de El Niño seria o equivalente a saltar para cima e para baixo enquanto se sobe essa escada rolante – atingindo novos patamares recorde, ainda que brevemente.

O último El Niño, que não foi um Super El Niño, fez com que 2024 se tornasse o ano mais quente de que há registo. O último Super El Niño ocorreu em 2015-2016, com outros em 1997-98 e 1982-83. O Super El Niño não é uma designação técnica da NOAA, mas sim uma definição informal utilizada por alguns meteorologistas e pelos meios de comunicação social para se referirem a um El Niño muito forte.

Os meteorologistas estarão a observar atentamente o aquecimento das águas do Pacífico para determinar a intensidade do El Niño que teremos. Se o modelo europeu se revelar correto, poderá ser o El Niño mais forte alguma vez registado.

CNN
08.04.2026

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349: Entre chuva e temperatura, o que esperar da primavera? A previsão do IPMA

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // IPMA

O IPMA fez a previsão alargada da precipitação e temperatura para Abril, Maio e Junho – meses de primavera. Quanto à precipitação, não há anomalias a registar, mas quanto à temperatura a história é diferente (mas as notícias são boas para quem gosta de calor).

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) revelou, esta terça-feira, a previsão alargada até Junho, mês em que começa o verão, que dá conta de que poderão haver “anomalias positivas” de até 1ºC durante os próximos três meses.

A previsão mais detalhada pode ser consultada aqui, mas, de acordo com o instituto, “na temperatura média mensal do ar prevê-se anomalia positiva”, anomalia esta que indica que os valores observados estão acima da média para um determinado período e região.

Segundo o IPMA, na temperatura média mensal do ar, “prevê-se anomalia positiva para os três meses da previsão sobre Portugal Continental e Açores e apenas para os meses de Maio e Junho sobre a Madeira”.

Onde e quando?

No que diz respeito a Portugal continental, esta anomalia deverá ser entre 0.25ºC a 0.5ºC e abrange apenas as regiões Norte e Centro Norte no mês de Abril. Já em Maio e Junho, “a anomalia estende-se também às regiões Centro e Sul aumentando para 0.5 a 1.0°C na região Norte”.

Quanto aos Açores, “a anomalia é de 0.25ºC a 0.5ºC em Abril e Maio passando a 0.5 a 1.0ºC em Junho.”

“A Madeira apresenta anomalia positiva, de 0.25 a 0.5 °C, apenas para os meses de Maio e Junho”, detalha ainda o IPMA.

E a chuva?

Apesar de este início de Abril contar com o regresso da chuva, as notícias são ‘melhores’ à medida que o tempo passa, já que, de acordo com o IPMA, e relativamente à “precipitação total mensal, não existe sinal significativo na anomalia sobre o Continente, Madeira e Açores em todo o período abrangido pela previsão.”

Para esta semana, no entanto, estão previstos períodos de aguaceiros e céu encoberto.

Em Abril… chuva de regresso. Saiba onde e quando

Depois de vários dias de autêntico verão, a primavera mostra que ainda é tempo dela e traz chuva para os próximos dias, a começar já hoje. O melhor é substituir – pelo menos para já – os guarda-sóis pelos guarda-chuvas.

Notícias ao Minuto
07.04.2026

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342: Poeiras de África vão pairar esta semana, DGS alerta para riscos para a saúde

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🇵🇹 PORTUGAL // POEIRAS DE ÁFRICA

Uma massa de poeiras proveniente dos desertos do Norte de África está a atravessar Portugal Continental e deverá manter-se até à próxima quinta-feira, levando a um agravamento da qualidade do ar, alertou a Direcção-Geral da Saúde.

Poeiras de África vão pairar esta semana, DGS alerta para riscos para a saúde
© Ana Rocio Garcia Franco/Getty Images

O fenómeno vai provocar um aumento das partículas inaláveis (PM10) na atmosfera, um poluente que pode ter impacto na saúde, sobretudo nas populações mais vulneráveis.

Crianças, idosos e doentes com problemas respiratórios ou cardiovasculares estão entre os grupos mais afectados, sendo aconselhados a adoptar cuidados acrescidos durante este período.

Cuidados a ter durante o fenómeno

A Direcção-Geral da Saúde recomenda à população em geral que evite esforços prolongados e reduza a actividade física ao ar livre, bem como a exposição a factores de risco, como o fumo do tabaco ou produtos irritantes.

Já as pessoas mais vulneráveis devem, sempre que possível, permanecer no interior dos edifícios e manter as janelas fechadas, de forma a minimizar a exposição às poeiras em suspensão.

A autoridade de saúde sublinha ainda a importância de manter os tratamentos médicos, no caso de doentes crónicos, e alerta para a necessidade de procurar ajuda em caso de agravamento de sintomas, através da Linha Saúde 24 ou de um serviço de saúde.

A evolução da qualidade do ar pode ser acompanhada através da informação disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente ou pela aplicação QualAr.

SIC Notícias
Verónica Moreira
06.04.2026

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340: Acabou-se o calor. Chuva e frio estão de volta

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

Após uns dias com temperaturas “bem acima do que é normal para a época do ano”, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, vem aí precipitação e frio.

Chuva e vento forte em Portugal Continental
Leonardo Negrão

O estado do tempo em Portugal continental muda radicalmente já a partir desta segunda-feira, 6 de abril. Após uns dias com temperaturas “bem acima do que é normal para a época do ano”, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), vem aí precipitação e frio por influência de uma depressão que se irá centrar a oeste do continente, em deslocamento para sul, e que irá permanecer durante a semana entre o arquipélago da Madeira e Portugal continental.

A previsão do IPMA indica que a precipitação será mais intensa e frequente na terça-feira, dia 7, e poderá ser acompanhada de trovoada. O vento irá predominar do quadrante sul, sendo mais intenso nas terras altas, onde poderá ter por vezes rajadas até 80 km/h também na terça.

Além disso, vai registar-se uma descida acentuada dos valores da temperatura máxima. Na terça-feira, a descida poderá ir até 10°C em alguns locais do território e desta forma teremos a maior parte do território com valores de temperatura máxima abaixo dos 20°C. Também a temperatura mínima irá registar uma pequena descida, ficando a variar entre 8 e 12°C.

Para esta segunda-feira, há previsão de poeiras, mas estas têm tendência a ser deslocadas para leste a partir da tarde de terça, transportadas na circulação da referida depressão.

Durante este período, a ondulação na costa ocidental terá um aumento na quarta-feira, dia 8, prevendo-se ondas de noroeste com 4 a 5 metros.

O IPMA informa que o posicionamento desta depressão irá condicionar as previsões dos próximos dias, pelo que há ainda alguma incerteza associada.

Diário de Notícias
Sofia Fonseca
06.04.2026

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337: Depois do bom tempo, volta a chuva e até a temperatura vai descer durante a semana

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

A partir de segunda-feira voltam as nuvens, a chuva e o vento. Entre terça e quarta-feira as temperaturas vão baixar.

Foto: Paulo Spranger

 

Aqueles que pensavam que o bom tempo tinha vindo para ficar enganaram-se, pois na próxima segunda-feira, 6 de Abril, vai voltar a chuva em praticamente todo o território continental, a excepção será a região de Trás-os-Montes, e nos Açores, de acordo com os dados do IPMA.

Este regresso da nebulosidade, da ligeira descida de temperatura e do aumento do vento é causado por uma depressão.

A maior instabilidade será sentida na terça-feira e na quarta-feira, em que as temperaturas mínimas podem baixar dos 10º. A temperatura voltará a subir ligeiramente na quinta-feira, mas são esperados períodos de aguaceiros e que vão durar até ao próximo fim-de-semana.

Diário de Notícias
Carlos Nogueira
04.04.2026

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335: Termómetros vão chegar aos 28 graus na Páscoa, mas será sol de pouca dura

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🇵🇹 PORTUGAL // PÁSCOA // CLIMA

O céu limpo, com temperaturas “acima do normal para esta época do ano” vai durar até domingo, Depois, uma superfície frontal fria vai trazer um inverno primaveril a todo o país, com descida das temperaturas. Trata-se do rescaldo de uma depressão que irá atravessar as Ilhas Britânicas, mas que não tocará Portugal

Termómetros vão chegar aos 28 graus na Páscoa, mas será sol de pouca dura
© Jason Oxenham / Getty Images

Boas notícias para quem quer aproveitar a Páscoa. Até domingo, diz a meteorologista Ângela Lourenço, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), haverá poucas nuvens, predominando o céu limpo, com temperaturas “acima do normal para esta época do ano”. As máximas diurnas previstas oscilam entre os 23 e os 28 graus, sendo as zonas mais quentes “as do sul, o Ribatejo, o interior e o vale do Douro”. Perto do mar, prevêem-se valores ligeiramente inferiores, assim como nas serras, nomeadamente a da Estrela.

“À noite, as mínimas têm sido baixas. Temos tido noites frias, com valores de 5 ou 6 graus. Isso irá continuar”, nota a meteorologista. São temperaturas “típicas de inverno” que, na Serra da Estrela e noutras terras altas poderão não ultrapassar os 2 ou 3 graus.

Mas a recém-iniciada primavera já dá sinais de querer recuar. Isto deve-se a uma superfície frontal fria que, a partir de terça-feira – mas que na prática irá sentir-se em algumas zonas do país desde domingo – vai provocar alterações na temperatura do ar que exigem a reabilitação dos blusões de inverno.

Segundo a especialista do IPMA, uma depressão que afecta as Ilhas Britânicas, e que “não passará por Portugal”, é a responsável por uma descida da temperatura acentuada que, a 7 de Abril, pode variar entre os 8 e os 12 graus. Mas já o dia anterior será “muito nublado em todo o território, com poucas abertas”, ocorrência de chuva – sobretudo no norte e no centro do país – e aumento do vento, a soprar forte de quadrante sul. O resto da semana manterá estas características.

Expresso
Luciana Leiderfarb
02.04.2026

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328: Finalmente, primavera! Semana terá temperaturas a chegar aos 24ºC

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // PRIMAVERA

Apesar de ter começado com chuva, a primavera parece finalmente trazer até Portugal dias amenos, com os termómetros a chegarem aos 24ºC em vários distritos. O bom tempo deve continuar nos próximos dias, com céu pouco nublado e temperaturas agradáveis.

Primavera, sol, bom tempo, Lisboa
© Shutterstock

A primavera parece mesmo ter chegado. Depois de um primeiro dia com chuva, o bom tempo veio para ficar, pelo menos durante alguns dias.

Para esta segunda-feira, 23 de Março, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê céu pouco nublado na maioria do país, com os termómetros a chegarem aos 24ºC de máxima em Braga, Leiria e Santarém e aos 23ºC em Setúbal e Évora. No Porto, Lisboa e Faro, as temperaturas vão subir até aos 22ºC.

Os meteorologistas prevêem chuva apenas para Sagres, Faro e para o arquipélago da Madeira que, inclusive, está em alerta amarelo devido à precipitação.

Amanhã, terça-feira, 24 de Março, não deverá chover em Portugal. Todo o país está a verde, com céu parcialmente nublado nos Açores e na Madeira e pouco nublado na maioria dos distritos de Portugal continental. Em Aveiro e Coimbra o céu vai estar nublado por nuvens altas e em Faro o céu vai estar limpo, com o sol a brilhar sem nuvens.

Leiria deverá ser o distrito mais quente com 24ºC de máxima, seguindo-se de Braga e Santarém, com 23ºC, e de Coimbra, Lisboa e Setúbal com 22ºC. No Porto e em Faro os termómetros devem subir até aos 21ºC.

Cenário idêntico espera-se para quarta-feira, 25 de Março. Para esse dia o IPMA também não prevê chuva, apenas céu nublado. Nos Açores parcialmente nublado, na Madeira, Norte e parte do Centro pouco nublado e no Sul, assim como em Lisboa nublado por nuvens altas.

As temperaturas também deverão ser semelhantes aos dias anteriores: 24ºC de máxima em Braga, Santarém e Setúbal. 23ºC em Lisboa e Évora e 22ºC em Viana do Castelo, Viseu, Castelo Branco, Beja, Sagres e Faro. No Porto espera-se que os termómetros cheguem aos 21ºC de máxima.

Apesar das previsões para o resto da semana não serem tão fidedignas, tudo indica que os dias continuem amenos pelo menos até dia 28 de Março.

De notar que, embora se registe uma subida das temperaturas durante o dia, à noite estão previstas noites frescas, algo tipicamente primaveril.

Notícias ao Minuto
Natacha Nunes Costa
23.03.2026

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324: Mau tempo: agitação marítima provoca encerramento de três barras marítimas

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // MAU TEMPO

Estão encerradas as barras marítimas de Esposende, no norte, a do Portinho da Ericeira, no distrito de Lisboa, e a de Alvor, no Algarve. A barra marítima da Figueira da Foz também está condicionada.

João Manuel Ribeiro/Global Imagens

 

Três barras marítimas estão encerradas e uma condicionada em Portugal continental, devido à agitação marítima causada pela tempestade Therese, disse esta quinta-feira, 19 de Março, à Lusa fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC).

Segundo a última actualização do IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera), das 20:00 de quinta-feira, de precipitação elevada, ventos fortes e agitação marítima, “três barras marítimas estão encerradas, a de Esposende, no norte, a do Portinho da Ericeira, no distrito de Lisboa, e a de Alvor, no Algarve. A barra marítima da Figueira da Foz também está condicionada”, afirmou à Lusa o comandante da ANEPC Pedro Araújo.

De acordo com aquele responsável da Protecção Civil, desde as 00:00 de quarta-feira até agora aquela entidade registou 181 ocorrências em todo o país devido ao mau tempo, a maioria na região de Lisboa e Vale do Tejo (63), a mais afectada pela tempestade. Na região norte foram registadas 40, em Coimbra 52 e no distrito de Faro 17.

A maioria das ocorrências, 96, deveu-se a necessidade de limpeza de vias, devido às chuvas e vento, 36 foram por queda de estruturas e 27 por queda de árvores, adiantou o mesmo responsável.

No terreno, estiveram envolvidos na resposta a estas ocorrências 618 operacionais e 244 veículos, informou.

Para as próximas horas, é esperado um agravamento da situação para sul do país, para os distritos de Lisboa, Setúbal, Beja e Faro, adiantou o responsável da Protecção Civil.

Conforme o comunicado do IPMA, entre as 20:34 de quinta-feira e as 23:59 desta sexta-feira, prevê-se precipitação, vento e agitação marítima, causada pela depressão Therese no território continental, que terá um deslocamento lento para sul, continuando a afetar o estado do tempo até domingo, dia 22.

“Na sua circulação, é expectável a formação de linhas organizadas de instabilidade, que tenderão a avançar de sul para norte sobre o território do continente e que terão maior impacto sobre as regiões Centro e Sul”, acrescenta a nota daquele instituto.

A precipitação será, por vezes forte, ocasionalmente acompanhada de trovoada, com maior impacto nas regiões centro e sul.

No sul do país, esta situação poderá prolongar-se pelos dias seguintes.

Os distritos onde deverá haver maior probabilidade de ocorrência de precipitação forte serão os do litoral a sul do cabo Mondego e os do interior a sul da Serra da Estrela.

Diário de Notícias
DN/Lusa
20.03.2026

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Depressão Therese. Esperam-se “fenómenos extremos de vento localizados”

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // DEPRESSÃO THERESE

Efeitos da depressão deverão ter mais impacto no Centro e Sul de Portugal continental, com chuva forte na quarta, quinta e sexta-feira. Esperadas rajadas de vento que podem chegar até 70 km/h.

Foto: Paulo Spranger

Devido à depressão Therese, o estado do tempo vai agravar-se a partir desta quarta-feira, 18 de Março, com chuva forte, agitação marítima e rajadas de vento que podem chegar aos 70 km/h, de acordo com as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os efeitos desta nova depressão meteorológica já se começaram a sentir hoje, terça-feira, devendo-se prolongar até sábado, com maior impacto no Centro e Sul de Portugal continental.

“Na sua circulação, é expectável a formação de linhas organizadas de instabilidade que tenderão a avançar de sul para norte sobre o território do continente, e que terão maior impacto sobre as regiões Centro e Sul”, explica o IPMA.

Espera-se chuva por vezes forte e acompanhada de trovoadas para esta quarta-feira, “não se podendo excluir os fenómenos extremos de vento localizados”, refere o instituto em comunicado.

De acordo com o IPMA, “os distritos onde deverá haver maior persistência da precipitação serão os do litoral a sul do cabo Mondego e os do interior a sul da serra da Estrela, que coincidem com aqueles em que há maior probabilidade de ocorrência de precipitação forte”, nomeadamente na quarta, quinta e sexta-feira.

No que se refere ao vento, “tenderá a aumentar temporariamente de intensidade no litoral a sul dos cabos Carvoeiro/Mondego, e nas terras altas, em particular do Centro e Sul, por vezes com rajadas até 70 km/h”.

Cinco distritos sob aviso amarelo devido à chuva

É também esperada um agravamento na agitação marítima, “na costa sul do Algarve, que será do quadrante sul até 2,5 metros, mantendo 3 a 4 metros de noroeste na costa ocidental, passando a ondas de oeste/sudoeste 2 a 3 metros” a partir de sexta-feira.

Na nota é ainda referido que o IPMA emitiu avisos amarelos para a chuva, e informa que “existe alguma incerteza na posição desta depressão nos próximos dias, o que se traduzirá em incerteza na localização e intensidade da precipitação”.

Nesta quarta-feira, cinco distritos estão sob aviso amarelo devido à precipitação, são eles Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro, segundo o site do IPMA.

Diário de Notícias
Susete Henriques
17.03.2026

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316: Depressão Therese. Chuva, vento e agitação marítima em Portugal continental a partir desta terça-feira

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🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // DEPRESSÃO THERESE

Depressão Therese irá afectar o estado do tempo entre o final da tarde desta terça-feira e sábado. É esperada chuva, por vezes forte e acompanhada de trovoada, vento forte e agitação marítima.

Foto: Leonardo Negrão

O estado do tempo em Portugal continental vai ser afectado entre esta terça-feira (17 de Março) e sábado pela depressão Therese, prevendo-se chuva por vezes intensa e acompanhada de trovoada, vento forte e aumento da agitação marítima, indicou esta segunda-feira (16) o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Em comunicado, o IPMA  refere que a depressão Therese “irá ficar centrada a oeste de Portugal continental”, afectando o estado do tempo entre o final da tarde de terça-feira e sábado.

Assim, a partir de terça-feira “prevê-se um aumento da nebulosidade em todo o território e haverá a possibilidade de ocorrência de aguaceiros a partir do final da tarde, que serão mais prováveis no litoral da região Sul”, lê-se na nota

Na quarta-feira, acrescenta o IPMA, a depressão originará a “ocorrência de aguaceiros, que serão mais prováveis no Centro e Sul e principalmente no litoral, que poderão ser pontualmente intensos e acompanhados de trovoada.”.

Quanto ao vento, oscilará entre “o quadrante leste e o quadrante sul” e aumentará de intensidade, soprando por vezes forte na faixa costeira e nas terras altas, com rajadas até 65 quilómetros/hora.

Relativamente à agitação marítima, o IPMA refere que prevê-se um “aumento temporário” na costa ocidental, para ondas de noroeste que poderão atingir perto de quatro metros de altura significativa.

Na nota, o IPMA acrescenta que ainda não foi emitido nenhum aviso meteorológico relacionado com a passagem da depressão Therese “dado que existe um elevado grau de incerteza” quanto à sua posição próximos dias, “o que irá influenciar quer a localização, quer a quantidade de precipitação que poderá ocorrer”.

Diário de Notícias
DN/Lusa
17.03.2026

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