O estado do tempo vai mudar este sábado, com o regresso da chuva, sobretudo nas regiões Norte e Centro. Também as temperaturas vão sofrer alterações. Prepare o guarda-chuva e o casaco.
Chuva regressa este fim de semana mas… por pouco tempo
Tem planos para o fim de semana? Este sábado vai ser cinzento e chuvoso, sobretudo nas regiões Norte e Centro. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê céu em geral muito nublado e períodos de chuva.
A precipitação começará por ser “em geral fraca” e no Litoral, mas ao longo dia tornar-se-á “mais intensa e frequente” e vai estender-se “gradualmente às regiões do Interior”.
Os distritos mais afectados serão Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Vila Real, Viseu, Bragança, Guarda, Coimbra e Leiria.
Também as temperaturas vão sofrer oscilações, com destaque para uma pequena descida das máximas. A temperatura mínima vai variar entre 1º e 11º, enquanto a máxima vai rondar os 8º e os 18º.
O IPMA alerta ainda para a possibilidade de “formação de geada no nordeste transmontano e Beira Alta”, e neblina ou nevoeiro matinal no Interior Norte.
A semana não começa com um cenário animador. Para esta segunda-feira, as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) são de períodos de chuva, mais intensa no litoral a norte do Cabo Mondego, vento por vezes forte e subida da temperatura mínima nas regiões Centro e Sul ─ algo que não se manterá por muito tempo.
No entanto, não deixa de haver boas novas a partir desta terça-feira, 25 de Novembro. A influência do anticiclone dos Açores dará lugar a uma semana mais estável, segundo o Meteored, site especializado em meteorologia, no qual os especialistas afirmam que terça-feira “amanhecerá com céu geralmente limpo, podendo contar com alguma nebulosidade no Norte do país”. Pode ainda ocorrer “chuva fraca e dispersa na mesma zona, próxima à fronteira com Espanha”.
Quanto às temperaturas mínimas, essas vão diminuir, podendo variar entre os 2ºC na Guarda e os 15ºC em Lisboa e os graus negativos na Serra da Estrela, onde o termómetro poderá chegar aos -2 ºC. Quanto às máximas, poderão manter-se entre os 8ºC na Guarda e os 18ºC em Lisboa, estando prevista uma diminuição mais expressiva no Norte e Centro.
Já para quarta-feira, 26, as previsões do Meteored alinham-se com as do IPMA, prevendo-se pequena descida da temperatura mínima, céu pouco nublado ou limpo e vento fraco a moderado (até 25 km/h) do quadrante norte, por vezes forte (até 40 km/h) nas terras altas do Centro e Sul até meio da manhã. Quinta-feira, 27, o mesmo cenário mantém-se.
A temperatura mínima, a partir desta quinta-feira, terá valores inferiores a 5°C na região nordeste do território, com valores próximos dos 0°C nas cidades mais altas do interior, podendo atingir valores próximos de -5°C no topo da Serra da Estrela.
D.R.
Descida de temperatura e acentuado arrefecimento nocturno. É este o cenário que se prevê para esta quinta-feira, 20 de Novembro, quando o território do Continente estará sob a influência de um fluxo de norte e massa de ar frio.
Segundo as previsões divulgadas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a temperatura mínima, a partir desta quinta-feira, terá valores inferiores a 5°C na região nordeste do território, com valores próximos dos 0°C nas cidades mais altas do interior, podendo atingir valores próximos de -5°C no topo da Serra da Estrela.
Haverá formação de geada nas regiões do interior Norte e Centro. A temperatura máxima, terá valores da ordem de 14°C a 18°C em grande parte do território, excepto na parte mais interior onde estarão entre 9°C e 12°C.
Para esta quinta, o IPMA prevê céu pouco nublado ou limpo, apresentando-se geralmente muito nublado no extremo Norte e aumentando temporariamente de nebulosidade entre os cabos Raso e Carvoeiro. Durante a tarde, deverá ocorrer um aumento temporário da nebulosidade nas regiões do interior Norte e Centro.
Há possibilidade de ocorrência de aguaceiros fracos nas serras do extremo norte, que a ocorrer serão sob a forma de neve.
Deverá registar-se uma descida da temperatura mínima, mais significativa no interior Norte e Centro, e uma pequena descida da temperatura máxima, em especial também nas regiões Norte e Centro. Espera-se ainda um acentuado arrefecimento nocturno.
🇵🇹 PORTUGAL // METEOROLOGIA // PÓS-DEPRESSÃO CLÁUDIA
Arrefecimento “deve-se ao posicionamento do anticiclone a oeste das ilhas Britânicas, que se estende em crista até o arquipélago da Madeira, com transporte de uma massa de ar polar na sua circulação”.
Depois de vários dias em que a depressão Cláudia nos brindou com chuva, vento e agitação marítimo, a partir desta segunda-feira, 17 de Novembro, vai começar-se a sentir gradualmente a descida da temperatura mínima.
A temperatura máxima também vai começar a descer, mas a partir de quarta-feira.
Este arrefecimento “deve-se ao posicionamento do anticiclone a oeste das ilhas Britânicas, que se estende em crista até o arquipélago da Madeira, com transporte de uma massa de ar polar na sua circulação”, explica o IPMA.
Até sexta-feira, “os valores de temperatura mínima poderão descer entre 2 a 4° C por dia, chegando a valores entre 0 e -4° C no interior Norte e Centro, e entre 4 e 7° C no restante território”.
Já a temperatura máxima irá descer entre quarta e quinta-feira, “chegando a valores entre 6 e 10° C no interior e entre 12 e 15° C no litoral no dia 21”.
Prevê-se ainda a formação de gelo ou geada, em especial no interior das regiões Norte e Centro.
Quanto à chuva, só na quinta-feira existe a “possibilidade de ocorrência de aguaceiros fracos no extremo norte, que serão de neve nas serras do extremo Norte”.
A Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil verificou, das 0h00 às 8h00 desta segunda-feira, um total de 102 ocorrências ainda associadas à depressão Cláudia, a maioria na Grande Lisboa. Sem notícia de quaisquer vítimas.
A resposta a estas situações mobilizou 339 operacionais e 113 meios terrestres, de acordo com fonte oficial da Protecção Civil, citada pela agência Lusa.A chuva forte, acompanhada de vento, esteve ainda na origem de 81 inundações, dez quedas de árvores e seis limpezas de via pública, ocorrências que tiveram lugar sobretudo em Lisboa e Vale do Tejo e na península de Setúbal.
No domingo haviam sido registadas, até às 20h00, 208 ocorrências, nomeadamente inundações e limpezas, sobretudo na Área Metropolitana do Porto.
Sete distritos de Portugal continental estiveram debaixo de aviso amarelo do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
Viseu, Porto, Viana do Castelo, Aveiro, Coimbra e Braga estiveram assim a amarelo até ao final da tarde de domingo. Em Leiria, o aviso perdurou até às 21h00.
As sub-regiões mais afectadas foram a Península de Setúbal, a Área Metropolitana do Porto e o Algarve.
Estragos provocados por fenómeno extremo de vento em Albufeira JOÃO MATOS/LUSA
O mau tempo causado pela passagem da depressão Cláudia no continente português provocou 4.017 ocorrências desde quarta-feira, mais de metade delas inundações, atingindo sobretudo as regiões de Setúbal, Porto e Algarve, anunciou este domingo, 16 de Novembro, a Protecção Civil.
Entre as 14:00 de quarta-feira e as 11:00 de domingo, registaram-se um total de 4.017 ocorrências relacionadas com a situação meteorológica adversa causada pela depressão Cláudia, que está a afectar o território do continente português, revelou, num comunicado, a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC).
As sub-regiões mais afectadas foram a Península de Setúbal, com 647 ocorrências, a Área Metropolitana do Porto, com 423 incidentes, e o Algarve, com 586 situações.
Das 4.017 ocorrências, 2.148 referiram-se a inundações, 731 a queda de árvores, 497 a limpeza de vias, 335 a queda de estruturas, 281 a movimentos de massa.
Foram ainda realizados 11 salvamentos aquáticos e 14 salvamentos terrestres.
O mau tempo causou duas vítimas mortais em Fernão Ferro (Seixal), um casal com mais de 80 anos cuja casa ficou inundada, e 32 pessoas foram deslocadas nos concelhos de Abrantes, Salvaterra de Magos, Seixal e Pombal.
Devido a fenómenos extremos de vento forte, uma cidadã britânica, com 85 anos, morreu e duas pessoas ficaram feridas no Camping de Albufeira, no Algarve, concelho onde a queda do tecto do restaurante Edan Resort provocou 20 feridos.
Na resposta a estas ocorrências estiveram empenhados 12.382 operacionais, apoiados por 4.795 veículos, acrescentou a ANEPC.
A autoridade de Protecção Civil recomendou aos cidadãos a adopção de comportamentos preventivos face ao mau tempo, nomeadamente a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais, e a fixação adequada de estruturas soltas, nomeadamente andaimes, placards e outras estruturas suspensas.
A Protecção Civil aconselhou também especial cuidado na circulação e permanência em áreas arborizadas, devido à possibilidade de queda de ramos ou árvores provocada por ventos fortes, e precauções na circulação junto à orla costeira e zonas ribeirinhas, particularmente nas áreas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros.
Por outro lado, desaconselhou actividades relacionadas com o mar, como pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, bem como o estacionamento de veículos junto à orla marítima.
A adopção de uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e prestando especial atenção à eventual formação de lençóis de água nas vias rodoviárias, não atravessar zonas inundadas, e retirar de zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e outros bens para locais seguros, são outros conselhos da ANEPC.
As condições meteorológicas começam finalmente a acalmar, depois de vários dias de chuva e vento intensos que provocaram, no total, três mortes – dois idosos em Fernão Ferro e uma idosa em Albufeira. A madrugada deste domingo foi mais calma por todo o país, com menos efeitos da depressão Cláudia. A Protecção Civil registou 19 ocorrências no total durante esse período, número muito inferior às duas centenas de pedidos de ajuda da madrugada anterior.
Contactada esta manhã pela Antena 1, a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil explicou que a chuva e o vento obrigaram sobretudo à limpeza de vias e à resposta a inundações.
A meteorologia avisa que este domingo ainda vai ficar marcado por aguaceiros fortes, principalmente no litoral norte e centro.
São esperadas trovoadas e fortes rajadas de vento.
O IPMA adiantou por sua vez à Antena 1 que o tempo começa a melhorar na segunda-feira e que a próxima semana diz adeus à chuva, mas vai trazer uma descida das temperaturas.
No sábado, uma pessoa morreu e dezenas ficaram feridas após um fenómeno de vento extremo em Albufeira, no Algarve, que deixou ainda um rasto de destruição. A vítima mortal foi uma idosa britânica de 85 anos.
A Protecção Civil contabilizou centenas de ocorrências, principalmente inundações, queda de árvores e de estruturas, a maioria na Área Metropolitana do Porto e na região do Algarve.
Entre as 00h00 e as 18h00 de sábado foram registadas 815 ocorrências. Mas, se recuarmos até quarta-feira, são quase quatro mil.
Sete distritos de Portugal continental estão hoje sob aviso amarelo, devido à previsão de chuva, por vezes forte e com trovoada, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Viseu, Porto, Viana do Castelo, Aveiro, Coimbra e Braga são as regiões do país que estão sob aviso amarelo, o terceiro mais grave alerta de mau tempo, até meio e final da tarde de hoje. Quanto ao distrito de Leiria, o aviso estende-se até às 21:00.
No arquipélago dos Açores, estão sob aviso amarelo os grupos Central e Oriental, devido à previsão de precipitação, por vezes forte, podendo ser acompanhada de trovoada.
Nas ilhas do Faial, Pico, São Jorge, Terceira e Graciosa, pertencentes ao grupo Central, o aviso vigora até às 12:00 de segunda-feira.
Nas Flores e Corvo, que constituem o grupo Ocidental, o aviso tem efeito até às 06:00 de segunda-feira.
Depois de alguns dias sob aviso laranja, devido à passagem da depressão Cláudia, o mau tempo começa a abrandar em Portugal continental, prevendo-se ainda, contudo, precipitação, por vezes forte, de granizo, acompanhada de trovoada no litoral oeste, e vento forte no litoral oeste e terras altas. A agitação marítima continuará também forte durante o dia de hoje.
O aviso amarelo é emitido pelo IPMA, quando há uma situação de risco para determinadas actividades dependentes da situação meteorológica.
Portugal continental registou 815 ocorrências entre as 00:00 e as 18:00 de sábado devido ao mau tempo, principalmente inundações, a maioria na Área Metropolitana do Porto, seguindo-se a região do Algarve, segundo fonte oficial da Protecção Civil.
O maior número de ocorrências, 506, relacionou-se com situações de inundação, seguidas de “103 limpezas de via, 97 quedas de árvores, 54 quedas de estruturas e 50 relacionadas com movimentos de massa ou deslizamentos de terras.
A Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) registou, até às 18:00, uma vítima mortal e 28 feridos, dois dos quais graves, na região do Algarve, devido a um “evento extremo de vento”, disse ainda.
Segundo oficial de operações da ANEPC, com base na previsão do IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera), a tendência será para “haver um desagravamento” das “condições meteorológicas”, que, aliás, se tem notado, pois “já começa a diminuir o número de ocorrências”.
A ANEPC alerta que o impacto dos efeitos do mau tempo pode ser minimizado através de comportamentos preventivos adequados, em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, com a adopção de medidas como a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais.
A Protecção Civil recomenda ainda aos cidadãos que tenham especial cuidado na circulação e permanência em áreas arborizadas, que adoptem precauções na circulação junto à orla costeira e zonas ribeirinhas e que evitem actividades relacionadas com o mar, como pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, bem como o estacionamento de veículos junto à orla marítima.
Outras das medidas preventivas passam por uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e prestando especial atenção à eventual formação de lençóis de água nas vias rodoviárias; não atravessar zonas inundadas, prevenindo o risco de arrastamento de pessoas ou veículos para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas; e retirar de zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e outros bens para locais seguros.
A depressão Cláudia afecta desde quarta-feira Portugal continental e o arquipélago da Madeira com chuva, vento e agitação marítima fortes, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Portugal continental registou 815 ocorrências entre as 00:00 e as 18:00 de hoje devido ao mau tempo, principalmente inundações, a maioria na Área Metropolitana do Porto, seguindo-se a região do Algarve, avançou fonte oficial da Protecção Civil.
Em declarações à Lusa, o oficial de operações da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) Rui Oliveira indicou que, até às 18:00, registou-se “um total de 815 ocorrências, sendo que destas o maior número, 506, diz respeito a situações de inundação”, seguidas de “103 limpezas de via, 97 quedas de árvores, 54 quedas de estruturas e 50 relacionadas com movimentos de massa” ou deslizamentos de terras.
“Destas ocorrências, a maioria registaram-se na Área Metropolitana do Porto, com 231, seguido depois da região do Algarve, com 149, e região de Aveiro, com 96”, referiu.
No conjunto das 815 ocorrências, houve “um empenhamento de 902 meios terrestres e 2.291 operacionais”, acrescentou Rui Oliveira.
A ANEPC registou, até às 18:00, uma vítima mortal e 28 feridos, dois dos quais graves, na região do Algarve, devido a um “evento extremo de vento”, disse ainda.
Segundo o oficial de operações da ANEPC, com base na previsão do IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera), a tendência será para “haver um desagravamento” das “condições meteorológicas”, que, aliás, se tem notado, pois “já começa a diminuir o número de ocorrências”.
A ANEPC, num ponto da situação, avançou que entre as 14:00 de quarta-feira e as 17:00 de hoje, “registaram-se 3.757 ocorrências relacionadas com a situação meteorológica adversa — depressão Claudia — que está a afectar o território de Portugal continental”.
“As sub-regiões mais afectadas foram a Península de Setúbal (642 ocorrências), Grande Lisboa (397 ocorrências) e Algarve (479 ocorrências)”, revelou a autoridade, num balanço dos quatro dias sob fortes ventos e precipitação.
As principais tipologias de ocorrências registadas foram inundações (2.032), queda de árvores (679), limpeza de vias (435), queda de estruturas (325), movimentos de massa (263), salvamentos terrestres (14) e salvamentos aquáticos (nove).
Além da vítima mortal em Albufeira e do casal que morreu em Fernão Ferro, no concelho do Seixal, distrito de Setúbal, a ANEPC contabilizou ainda “32 pessoas deslocadas” nos concelhos de Abrantes, Salvaterra de Magos (distrito de Santarém), Seixal e Pombal (Leiria).
Em consequência de “fenómenos extremos de vento forte”, em Albufeira (distrito de Faro) ocorreu “a queda do tecto no restaurante Edan Resort”, provocando duas dezenas de feridos, e no parque de campismo “registaram-se dois feridos e uma vítima mortal”, acrescentou.
“Na resposta a estas ocorrências estiveram empenhados 11.424 operacionais, apoiados por 4.430 veículos”, contabilizou a ANEPC.
A Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil recordou que “o impacto dos efeitos do mau tempo pode ser minimizado através da adopção de comportamentos preventivos adequados” e, em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, recomendou “a adopção de medidas de prevenção”.
O IPMA colocou hoje quatro distritos sob aviso laranja, ainda devido à chuva forte: Braga, Faro, Setúbal e Beja.
Toda a costa ocidental e sul do país encontra-se sob aviso amarelo, devido à agitação marítima.
Cidade algarvia foi atingida por fenómeno de vento extremo, que provocou quase três dezenas de feridos. Chuva intensa, trovoada e vento forte vão continuar a afectar o país.
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O mau tempo que está a atingir o país provocou a morte de uma mulher britânica, de 85 anos, em Albufeira, disse este sábado, 15 de Novembro, o comandante distrital de operações de socorro de Faro, em conferência de imprensa. A mulher encontrava-se no parque de campismo de Albufeira.
Ficaram ainda feridas 28 pessoas devido ao fenómeno extremo de vento que ocorreu esta manhã no concelho algarvio, duas das quais em estado grave. Segundo revelou a Protecção Civil, os feridos são denacionalidade portuguesa, espanhola, francesa e britânica, divulgou a Protecção Civil.
Os fortes ventos, que se assemelharam a um tornado, atingiram um parque de campismo e um hotel em Albufeira.
O presidente da República já veio lamentar a morte da cidadã britânica e prestar “a sua solidariedade aos familiares da vítima mortal, fruto da passagem da depressão Cláudia, esta manhã em Albufeira”.
A tempestade provocou também danos em Lagoa e Silves. No total, a região do Algarve contabilizou mais de 400 ocorrências devido ao mau tempo.
Mais a norte, em Vila do Conde, há a registar inundações em caves de casas.
Em Santa Maria da Feira (Aveiro), o temporal e as chuvas intensas desta madrugada provocaram inundações, quedas de árvores e cortes de estradas. A situação que está em avaliação, disse à Lusa o vereador da Protecção Civil.
Segundo a Marinha portuguesa, estão fechadas as barras de Caminha, Douro, Vila Praia de Âncora, Esposende, Póvoa de Varzim e Vila do Conde.
As barras de Aveiro e Figueira da Foz estão condicionadas.
Na zona centro, está fechada a barra do Portinho da Ericeira, e no sul as barras de Albufeira, Alvor, Vila Real de Santo António e Tavira. A de Portimão está condicionada.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para a costa ocidental ondas de oeste/sudoeste com 3,5 a 4,5 metros, podendo chegar aos cinco metros a sul do Cabo Espichel. Na costa sul, são esperadas ondas até aos 3,5 metros de altura.
O IPMA projecta para ainda chuva intensa, trovoadas e vento forte com rajadas.